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  • Como viajar de carro com seu cachorro com segurança

    Como viajar de carro com seu cachorro com segurança

    Vocês sabiam que 82% dos brasileiros preferem viajar acompanhados de seus animais de estimação? Isso foi o que a plataforma hoteis.com revelou em recente pesquisa. Mas é importante planejar a viagem com o seu cachorro!

    viajar de carro com cachorro

    Muito em breve eu farei parte dessa fatia dos brasileiros que viaja com seus pets! A nossa SRD Aura ainda é bebê, mas logo mais fará parte da equipe do Mães em Viagem e estará pegando estrada conosco.

    Mamãe, quero viajar logo com todos vocês!!

    Não vejo a hora de compartilhar dicas com as nossas experiências em hotéis petfriendly!

    Mas antes disso, para ajudar a planejar uma viagem segura e confortável com os cachorros, o comportamentalista animal Wagner Brandão levantou algumas questões e cuidados especiais que a família deve tomar na viagem de carro para que o doguinho faça um passeio bem tranquilo!

    Planejamento: Antes de pegar a estrada, certifique-se de que seu pet está em dia com as vacinas e consultas veterinárias. Leve o cartão de vacinação e qualquer medicação que ele possa precisar. 

    Segurança: Utilize caixas de transporte e cintos de segurança específicos para pets para garantir que seu animal esteja seguro durante toda a viagem. Nunca deixe seu pet solto no carro, pois isso pode causar distrações e acidentes.

    Conforto durante a viagem: Leve a cama, cobertores e brinquedos favoritos do seu pet para que ele se sinta mais à vontade. Faça pausas regulares a cada duas horas para que ele possa esticar as pernas, fazer suas necessidades e beber água. Evite alimentar o pet logo antes de viajar para prevenir enjoos.

    Hidratação e alimentação: Tenha sempre à mão água fresca e petiscos para manter seu pet hidratado e satisfeito. Use recipientes que não derramem para facilitar a oferta de água e alimentos durante as paradas.

    Atenção às condições climáticas: Evite viajar em horários de pico de calor. Se precisar fazer uma parada, nunca deixe seu pet sozinho no carro, especialmente em dias quentes, pois a temperatura interna pode subir rapidamente e colocar a saúde dele em risco.

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    Abaixo selecionei alguns produtos que encontrei no Aliexpress que vão ajudar na viagem do seu cãozinho! Para abrir o link, basta clicar na imagem:


     

     

     



  • Perrengue de viagem: quando o carro quebrou no meio do Vale da Morte!

    Perrengue de viagem: quando o carro quebrou no meio do Vale da Morte!

    Quem nunca passou por um perrengue em viagem, né? Hoje é uma história pra contar, mas posso dizer que aprendemos muito também depois do dia que, em uma viagem com amigos, o nosso carro pifou no meio do Death Valley – isso mesmo, o Vale da Morte!

    Esse texto também pode ser encontrado na Catraca Livre Viagem

    Death Valley é um parque nacional desértico perto da fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada, nos EUA, e um dos lugares mais quentes do mundo. Para constar: a temperatura mais alta das Américas e a segunda mais alta no planeta foi registrada ali mesmo onde estávamos, no Vale da Morte, em 10 de julho de 1913. A temperatura máxima foi de 57°.

    Dentro do parque existem mais de 300 quilômetros de estradas pavimentadas e 300 km de estradas de terra, além de estradas 4×4 sem manutenção. E muita coisa pra ver e explorar! Para entrar, paga-se uma taxa de preservação e manutenção, que estão descritas no site oficial de Death Valley.

    death valley deserto vale da morte-2

    Era agosto, verão. Estávamos fazendo uma road trip e vindo de Las Vegas, há 230 km. O roteiro era entrar no Parque Nacional Vale da Morte e lá dentro fazer uma parada em Badwater Basin, uma bacia conhecida como o ponto mais baixo da América do Norte, 86 m abaixo do nível do mar. Uma terra de extremos, como dá para notar!

    death valley_badwater basin-2

    Quando chove em Badwater Basin, o que é raro, o acumulado de sais em torno da bacia junto com a evaporação dos laguinhos formados, cria uma crosta de sal. A água fica parada, pois não tem para onde fluir. Como diz o próprio nome, não é uma água boa.

    badwater basin

    Mas o legal mesmo é você ver a plaquinha lá em cima nas rochas marcando o nível do mar; quase não dá para enxergar e é difícil acreditar que estamos tão abaixo do mar!

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    Saímos do carro e tiramos algumas fotos bem rapidamente em Badwater Basin, pois ventava forte – o que piorava muito a sensação térmica. Era insuportável ficar fora do veículo. Cubro o rosto com uma camiseta para amenizar o vento que ardia e queimava. Além de muito quente, o ar é extremamente seco e você não transpira, parece que o suor evapora.

    death valley carro no deserto-2

    Fazia 50°C lá fora. O vento quente e abrasador dava a sensação de estar dentro de um forno com o bolo assando. Para tentar amenizar o calor e conseguir respirar direito, o ar condicionado do carro ligado no máximo.

    Zoando na foto, mas mal sabíamos que depois estaríamos em um perrengue de verdade!

    Deixando Badwater Basin, qual não foi o nosso desespero quando o nosso carro simplesmente para. Eita!! Abre o capô, mexe, remexe e nada. E aquele forno industrial. Não tinha outra coisa a não ser esperar alguém aparecer no deserto para nos ajudar (até parece piada pronta, né?).

    Estávamos convencidos que o motor do carro havia sofrido um superaquecimento causado pelo ar condicionado ligado no máximo, combinado, obviamente, com os 50° que fazia.

    Pesquisando sobre possíveis incidentes (perrengues, melhor dizendo) com veículos dentro do Death Valley, descobri que o pneu furar na estrada quente também pode acontecer. Ou ainda carros que não sejam 4×4 quebrarem nas estradas não pavimentadas.

    Depois, revendo as fotos, percebo o aviso em uma das placas que fotografamos antes da pane do carro: “Se o seu carro quebrar, fique dentro dele até a ajuda chegar”. E no guia oficial impresso ainda diz: “Abandonar o carro e encarar o deserto a pé sob o sol é um risco de vida.

    “O calor do verão do Vale da Morte pode ser mortal para os desavisados”, alerta placa.

    Dez minutos parados sozinhos no deserto no verão é muito tempo! Eu imaginava ter mais gente circulando por lá rs (apesar do parque receber mais de 360 mil pessoas por ano).

    Mas enfim a nossa ajuda chegou. Quer dizer…

    Finalmente uma van passa por nós (a essa altura já tínhamos pensado em todas as desgraças possíveis). O motorista, que era americano, levava uns 10 turistas franceses. Eles estavam ali pra andar de skate no deserto (!!). No final do texto vocês verão a foto e entenderão direito. Não cabia a gente e muito menos as malas nessa van.

    Perguntaram se a gente precisava de água e ficou combinado que eles seguiriam pela estrada e, assim que o sinal de celular deles pegasse, iriam ligar para pedir ajuda.

    Nossos amigos vão embora pelo deserto afora e nos deixam a esperança de que logo mais um reboque iria nos salvar. Hoje, pensando friamente (desculpem o trocadilho), percebo que foi muito arriscado continuarmos com o carro. Mas também não tinha o que fazer…

    Longos minutos depois e algumas tentativas de partida, nosso carro liga! Um alívio misturado com o medo do carro quebrar novamente fizeram com que a gente seguisse viagem sem ligar o ar condicionado por um bom tempo – o que não é recomendado pelo parque.

    E adivinhem o que a gente notou depois? Uma placa na estrada sugerindo para desligar o ar condicionado em pequenos intervalos para evitar o “overheat” (o superaquecimento do carro). Não preciso nem comentar nada aqui, né?

    Mas estávamos andando e sairíamos do deserto logo mais. E olha lá quem a gente alcança e encontra no caminho! Nossos amigos franceses andando de skate no deserto, como haviam nos contado. Buzinamos e acenamos para mostrar que estávamos salvos. Mas ficou uma dúvida no ar: naquele ponto o celular ainda não pegava. Ou seja…provavelmente ninguém tinha pedido ajuda pra gente :/

    Ora ora se não são os nossos amigos que iam buscar resgate para a gente kkkk

    Bom, seguimos viagem em Death Valley pela Artist’s Drive, uma via de mão única, estreita e cheia de curvas fechadas com cerca de 14 km. Que sorte a nossa o carro não ter quebrado nessa estrada!

    artists drive_death Valley-2

    A atração dessa estrada é o Artist Palette, uma área de montanhas rochosas com vários tons de cores. Essa variação de cores é causada pela oxidação de metais presentes. Dizem que ver o pôr do sol nessa área é maravilhoso.

    Nossa aventura no deserto chegou ao fim algumas milhas depois. Paramos em um restaurante em Furnace Creek Ranch e em seguida seguimos viagem por mais 5 horas até Mammoth Lake, onde pernoitamos, para chegar no dia seguinte em Yosemite.

    E o que fica de lição dessa façanha toda, além de uma boa história para contar?

    Incluir o Vale da Morte no roteiro de viagem é incrível, mas vale fazer um bom planejamento antes. Tenha em mãos mapas impressos (celular e GPS não pegam), tanque de gasolina cheio e água, muita água para viajar com você, pois é fácil desidratar no meio do deserto sem se dar conta. A recomendação é de levar em seu carro pelo menos um galão (4 litros) de água por pessoa por dia, mais água extra para emergências. Agora me pergunte se a gente tinha tudo isso de água no carro?

    O carro também é um ponto de preocupação. No site do parque tem um alerta importante: “carros de aluguel muitas vezes não têm a troca de pneus adequada e ferramentas, por isso vale a pena verificar antes de se aventurar”.

    Se eu faria essa viagem com crianças? No cruel calor do verão, com toda certeza não os levaria para o Death Valley. Mas nessa road trip que fizemos que incluiu Los Angeles – Las Vegas – Death Valley – Lake Tahoe – Napa Valley – San Francisco – Pacific Cost Highway – Los Angeles de novo – San Diego e Disneyland – eu repetiria fácil fácil e ainda iria de motorhome!

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    Precisa alugar um carro? Aqui tem cupom desconto!

    Recentes pesquisas de plataformas de viagens confirmam o que a gente já previa: as viagens de carro neste período da pandemia são as mais buscadas pelas famílias que buscam descanso fora da sua cidade. 

    Por conseguir manter o distanciamento social – diferente de um avião ou ônibus – as pessoas se sentem mais seguras viajando de carro.

    A boa notícia é que acompanhando essa tendência, a Rentcars, site de aluguel de veículos, que trabalha com mais de 100 locadoras, iniciou uma campanha com descontos exclusivos nas locadoras de carro* .

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    Importante: o cupom só é válido através do meu link! Caso tente acessar via Rentcars direto, não irá funcionar, ok?

    * Cupom não é válido para as locadoras Avis / Budget / Localiza

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  • Férias: 10 dicas para viajar com as crianças de carro

    Férias: 10 dicas para viajar com as crianças de carro

    Antes de pegar a estrada com as crianças, confira essa lista com as 10 dicas para viajar de carro e tornar a sua viagem mais prática e segura!

    Viajar com os filhos é uma delícia! Mas pode tornar-se um evento estressante se faltar planejamento. Sempre gostei de viajar… e, se antigamente eu levava 15 minutos para arrumar minhas coisas para um fim de semana na praia, hoje, com dois filhos pequenos, preciso de algumas BOAS horas – que são divididas em cerca de dois dias. (rs). Com você é a mesma coisa?

    Mesmo com todo esse preparo, aqui em casa não abrimos mão de sair da cidade por uns dias. É trabalhoso sim (ah, também temos uma cachorra que geralmente vai com a gente. Só falta o papagaio mesmo), mas vale à pena. Meus dois filhos foram para a praia com 2 meses e deu super certo!

    E se você está planejando pegar estrada com os filhos, leia as dicas que preparei! Antes de mais nada, REVISE O CARRO. Segurança em primeiro lugar.

    viagem_estrada

    1. Segurança em primeiro lugar: dias antes de pegar a estrada leve o carro para fazer uma revisão e checar nível de água e óleo, o funcionamento dos freios, dos faróis e da suspensão, o estado dos pneus (inclusive o estepe), a parte elétrica, com as luzes de freios, piscas, lanterna, faróis e painel e o nível do tanque de combustível.
    2. Faça uma lista com tudo o que precisa ser levado na viagem ajuda muito – desde roupas e remédios, até a bonequinha para dormir…Anote tudo. Use papel e caneta, bloco de notas do celular ou aplicativo. Não faça apenas a lista mental!
    3. Mala de mão é muito importante porque nunca se sabe quando precisará trocar a fralda ou uma peça de roupa. Se a viagem for curta, de até 3 horas, levo apenas 1 troca de roupa. Quanto aos remédios (SEMPRE levo uma “farmacinha” em uma segunda mala de mão), sugiro conversar com o pediatra antes para ele orientar sobre os remédios que podem ser necessários. Geralmente levo: termômetro, antitérmico, antialérgico, remédio para diarréia e vômito, além de primeiros socorros e curativos. Meus filhos não enjoam na estrada, mas se for o seu caso, converse com o médico para ele receitar um medicamento para evitar esse desconforto.
    4. Lancheira: faço uma lancheira com leite em pó e água, bolachinhas, biscoito de polvilho, banana (pra mim, a fruta mais fácil hihihi), suco de caixinha. Para a minha caçula, que ainda aceita papinha pronta, levo um ou dois potinhos. Mas aí tem que levar babador para não fazer meleca no carro.
    5. Mantinhas e bonequinhos para dormir se a viagem for noturna. Bom, até agora tá tudo muito fácil… Se a viagem for fora do horário de sono deles, a história muda de figura…
    6. Tablets, DVD portátil, celular com joguinho ou vídeo… Use a tecnologia a seu favor, pois as crianças também gostam dos gadgets! Prepare-se alguns dias antes para pesquisar sobre os apps legais ou separar os DVDs… porque deixar para última hora geralmente dá errado!
    7. Praticidade é essencial e sugiro fortemente assinar planos de pagamento automático de pedágios. Assim você não pega aquelas fila loooongas de pedágio que atrasam a viagem! Usamos o Sem Parar e é algo que não abrimos mão!
    8. Brincadeiras: basta resgatar as brincadeiras que seus pais faziam durantes as viagens ou criar novas. Em um dia de saudosismo dos anos 80 dentro do carro, ensinei meu filho um antigo quadro do programa do Silvio Santos: “Você troca o seu brinquedo por um pão velho?”. E, claro, o mais importante foi ensinar o tom da resposta: “Nãããããããõ” hahahah. Contar placas, falar as cores do carros… Use a imaginação. Vale contação de histórias, cantarolar músicas…
    9. Parada: se a situação tá osso dentro do carro, não hesite, faça um parada para ir ao banheiro, esticar as pernas, brincar de pega-pega (hihihi brincadeira). Jamais tire a criança da cadeirinha durante a viagem, mesmo com muito choro.
    10. Mantenha a calma e aceite a mudança de rotina. Às vezes nem tudo sai como o planejado e, para isso, é necessário manter o bom humor (ok, não precisa dar risada se o pneu furou, mas respire fundo 3 vezes para não ter uma over reaction).

    Aproveite! Essa viagem fará parte das lembranças boas que seus filhos guardarão da infância 😉

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