Categoria: Destinos

Destinos selecionados pelo blog Mães em Viagem para viagens em família

  • Noeland em Holambra é o maior evento de Natal de São Paulo

    Noeland em Holambra é o maior evento de Natal de São Paulo

    As definições de decoração de Natal foram atualizadas! A partir de sexta, dia 23 de novembro, até 23 de dezembro, o Parque da Expoflora, em Holambra, recebe a segunda edição da Noeland, o maior evento de Natal do estado de São Paulo!

    noeland

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  • Restaurantes em Orlando e Miami para conhecer (e comer!)

    Restaurantes em Orlando e Miami para conhecer (e comer!)

    Para quem está de viagem marcada para a Disney, em Orlando, (ou tem desejo de visitar um dia), e ainda dar uma esticadinha em Miami, elaborei uma lista com os principais restaurantes de rede que já visitei e que valem muito a pena conhecer (e comer)! Todos os restaurantes listados abaixo contam com menu kids (que segue a mesma linha de comida dos EUA, que é um pouco apimentada).

    restaurantesemorlando

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  • Encontrando o Mickey Mouse na Disney

    Encontrando o Mickey Mouse na Disney

    Em 18 de novembro, Mickey Mouse, o camundongo mais amado do planeta completou 90 anos!!

    Nem preciso dizer que ele é o personagem principal da Disney e por isso muitos se emocionam ao encontrar e tirar fotos com ele nos parques.

    O encontro com o personagem, conhecido como Meet & Greey, pode ser reservado com o fast pass (espécie de “fura fila” da Disney). Esse Mickey do Magic Kingdom (na Town Square Theater na Main Street) era o único que falava! Era, porque desde maio deste ano ele não fala mais por uma decisão técnica do parque. Quando fomos pra lá, ele elogiou a minha camiseta rs Muito fofo!!

    E não é só no Magic Kingdom que você encontra o Mickey, não. Ele também pode ser encontrado (e com hora marcada) no Animal Kingdom com roupa de safári <3 Ele também está em outros parques, como Epcot, Hollywood Studios e em determinados resorts e restaurantes para quem marca refeições com os personagens. Na minha opinião, não tem como ir pra Disney e não tirar uma foto com o Mickey!

    E a Disneyland?

    Quando se fala em Disney pensamos logo no parque Magic Kingdom em Orlando, na Flórida. Mas você sabia que o primeiro parque de Walt Disney é a Disneyland (Disneylândia pra nós) em Anaheim, na Califórnia? Ele não foi apenas o primeiro parque, como também foi o único a ser planejado e projetado por Walter Elias Disney (sim sim, esse é o nome de Walt Disney, o homem que fundou uma das maiores empresas do mundo). Na Disneyland tem o castelo também, mas não é o da Cinderela, como em Orlando, e sim da Bela Adormecida. .

    Estando lá, uma das fotos mais icônicas para se tirar é em frente à estátua de Walt Disney de mãos dadas com seu principal personagem, o Mickey, que completa 90 anos hoje! Em 1995 essa estátua, que se chama “Partners” (parceiros), foi recriada para o Magic Kingdom, em 98 para a Disneyland de Tokio, em 2001 para Walt Disney Studios e em 2002 para a Disneyland Paris.

    Leia também:

    Dicas de como montar um roteiro para a Disney

    Viagem para a Disney: existe idade ideal?

    Organize sua viagem
    
    
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  • 5 dias em Vancouver e os melhores passeios da cidade com crianças

    5 dias em Vancouver e os melhores passeios da cidade com crianças

    Entre parques, aquários e vistas deslumbrantes, Vancouver revela atrações que encantam adultos e fazem a alegria das crianças!

    Esse é o último post sobre a viagem que fizemos em família em pleno verão canadense. Vancouver foi a última etapa de uma viagem incrível no Canadá que começou em Calgary e passou por uma road trip pelas montanhas rochosas a bordo de um motorhome.

    Planejando a viagem de motorhome

    Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

    1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

    2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

    3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

    Foto: arquivo pessoal

    É importante dizer que estávamos exaustos quando desembarcamos em Vancouver e tudo o que precisávamos era de um chuveiro forte e quente, além de uma cama macia e espaçosa de hotel. Portanto, se está planejando também uma viagem que inclui motorhome e hotel, vai por mim: deixe a etapa do hotel por último,como nós fizemos. Sair de uma road trip para encarar logo em seguida horas de avião na volta para o Brasil fica beeem puxado!

    Chuveiro quente e uma cama macia de hotel: tudo o que precisávamos depois da nossa aventura de motorhome. Foto: arquivo pessoal

    Acho que 5 dias em Vancouver foi suficiente e poderia ter sido até menos, já que o nosso dinheiro já estava no osso e todos nós estavámos muito cansados. Alguns passeios que tínhamos um certo interesse ficaram de fora, como vôo de hidroavião, passeio de barco para avistar as baleias, bate e volta para a ilha de Vitória e até um dia em Seatlle (que fica a 230 km de Vancouver, em Washington, nos EUA. Dá para ir de carro ou de trem). Ainda que esses passeios tenham ficado de fora, batemos muita perna por Vancouver e deu para aproveitar bastante.

    Leia os posts anteriores sobre a viagem para o Canadá:

    Planejando a viagem de motorhome

    Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

    1a parte da viagem: 1 dia em Calgary

    7 dias nas Montanhas rochosas no Canadá: roteiro detalhado

    Roteiro em Vancouver

    Depois de devolver o motorhome na sede da CanaDream, em Calgary, fomos de táxi até o aeroporto para pegar o vôo para Vancouver, com menos de 2 horas de duração. Fomos de Air Canadá e fiquei bem satisfeita com a cia aérea. No aeroporto em Vancouver fomos direto para um quiosque de informações turísticas e fomos recebidos muito bem! Nos deram um mapa da cidade e nos explicaram que a cidade é dividida por zonas. Para pegar um táxi, paga-se uma taxa fixa de acordo com a zona que você vai. Nós pagamos CAD 30 (CAD = dólar canadense) para chegar até o nosso hotel. Os nossos dólares canadenses tinham acabado e tínhamos levado também alguns dólares americanos para a viagem. Trocamos dentro do aeroporto mesmo.

    Mapa de Vancouver

    Localização – o bairro de Gastown

    Pesquisei bastante antes de decidir a localização do hotel e optamos por nos hospedar em Gastown, bairro mais antigo da cidade e que fica na região central de Vancouver.  Gastown tem uma história cheia de personalidade e charme. Foi promovido a Patrimônio Histórico Nacional em 2009.

    Um dos destaques do bairro é a estátua de Gassy Jack, fundador do primeiro pub do centro de Vancouver e onde todo o bairro começou. Gastown é um bairro cheio de pubs e restaurantes, lojas e construções antigas com uma arquitetura vitoriana (sério, lembrei muito de Londres lá).

    A estátua de Gassy Jack, o fundador do bairro de Gastwon

    Um bairro muito democrático, com todo tipo de comércio e pessoas! Um lugar onde lojas pomposas dividem a calçada com brechós; turistas, locais, artistas e moradores de rua fazem parte da mesma pintura. Foi a melhor decisão nos hospedar em Gastwon. Tudo isso sem contar com a facilidade: à noite bastava caminhar poucos quarteirões para chegar na rua Water Street e escolher o restaurante para jantarmos. É aquele bairro gostoso, cheio de vida, bom de se explorar à pé, tando de dia quanto à noite.

     

    Artistas de rua na Water Street em Gastown. Foto: arquivo pessoal

    Brechós estilosos dividem a calçada com lojas moderninhas. Foto: arquivo pessoal

    Pintores em Gastown. Foto: arquivo pessoal

    Os becos de serviços em Gastown com o Lookout Tower ao fundo. Foto: arquivo pessoal

    É na Water Street também que fica o Steam Clock, relógio a vapor (na esquina com a rua Cambie) que apita a cada 15 minutos. Nada de muuuito especial, mas saibam que existem pouquíssimos relógios à vapor no mundo.

    O momento exato do relógio a vapor apitando! Foto: arquivo pessoal

    Ali pertinho fica o Lookout Tower Vancouver, uma torre que oferece uma vista panorâmica da cidade a 168 metros de altura. Não subimos porque já tínhamos ido ao Calgary Tower na primeira parte da viagem.

    Steam Clock, na Water St, em Gastown: um dos poucos relógios a vapor no mundo. Foto: arquivo pessoal

    Em Vancouver ficamos hospedados no Victorian Hotel, charmosíssimo, instalado em um prédio com mais de 100 anos de construção. Ele não só tem ares de hotel retrô: ele É retrô! (rs). O quarto é bem espaçoso e muito confortável. Atenção na hora de reservar, pois alguns quartos deste hotel não têm banheiro e, neste caso, é necessário usar os banheiros compartilhados (que entrei e achei super limpos).

    Clique para conferir a disponibilidade do Victorian Hotel, em Vancouver
    O charmoso e centenário prédio do Victorian Hotel, em Gastwon. Foto: arquivo pessoal.

    Para quem ficar em Gastown, dicas de restaurantes que fomos: The Old Spaghetti Factory, que apresentou o melhor custo benefício (jantamos lá por duas noites).

    1º dia – Stanley Park, Aquário e Second Beach

    Em todos os lugares que você pesquisar sobre atrações em Vancouver, é fato que Stanley Park estará como sugestão. Pudera, é o primeiro parque da cidade e maior de Vancouver. Para chegar, pegamos apenas 1 ônibus partindo de downtown (CAD 2,95 adulto e CAD 1,90 criança). Focamos nosso passeio em duas atrações que ficam dentro do parque: o Aquário de Vancouver e a praia Second Beach.

    O impressionante tanque das águas vivas no Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal.

    O aquário vale muito a visita, as crianças adoraram! Tinha até treinamento aberto de golfinhos e leões marinhos. Na área interna, os tanques com caravelas e águas vivas são tão lindos que impressionam! Lá dentro tem um área kids para as crianças brincarem de biólogos e cuidarem dos animais marinhos de pelúcia!

    Leões marinhos na área externa do Aquário de Vancouver. Foto: arquivo pessoal
    Área kids dentro do Aquário de Vancouver: espaço de aprendizado e brincadeiras. Foto: arquivo pessoal

    Saindo do aquário, seguimos o passeio a pé até a praia Second Beach, ali mesmo dentro do Stanley Park. A praia em si não tinha nada demais e não era nada atraente. Mas foi um passeio legal porque tinha playground e uma piscina pública (Second Beach Pool) que, apesar de ser pública, cobra uma taxa de CAD 6,10 adultos e CAD 3,07 crianças). Com o calorzinho que estava fazendo, óbvio que as crianças quiseram entrar (estávamos preparados e levamos roupas de banho e toalha).

    Passeio pelo Stanley Park para chegar até a Second Beach. Foto: arquivo pessoal

    A taxa de entrada para a piscina de Second Beach. Foto: arquivo pessoal
    Verão em Vancouver na piscina pública de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

    A praia de Second Beach. Foto: arquivo pessoal

    À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water St., em Gastown.

    2º dia – Granville Island

    Foto: arquivo pessoal

    O Granville Island é uma península que dá para chegar de carro/ ônibus pela ponte ou então pegar um AcquaBus e atravessar o False Creek (tem esse nome “Rio falso” porque apesar de parecer um rio, é o mar).

    False Creek (rio falso) em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

    É o tipo de passeio que dá para fazer no dia inteiro: todo descolado, possui, além do Public Market (tipo o nosso Mercadão, com barracas de comidas, frutas etc), muitos restaurantes (de peixes nhammm), lojas de artesanato local, galerias de arte, parquinho e uma cervejaria.

    Por dentro do Public Market em Granville Island. Foto: arquivo pessoal

    Também conhecemos o Kids Market, uma espécie de galeria com algumas lojas e brinquedos eletrônicos. Sinceramente não achei nada demais…apenas um lugar extremamente barulhento. O preço das roupas e brinquedos não eram convidativos.

    O colorido do Kids Market. Foto: arquivo pessoal

    Em Granville até uma fábrica de cimentos vira arte! Obra dos brasileiros Os Gêmeos. Foto: arquivo pessoal

    Almoçamos no Edible Canada Bistro, um restaurante que já havia lido algumas boas indicações na internet e foi super aprovado por nós! Como chegamos de ônibus, o nosso retorno foi de barquinho para mudar a rota.

    O Acqua Bus, a balsa para pedestres para atravessar o False Creek. Foto: arquivo pessoal

    Depois decidimos voltar para o hotel à pé mesmo para conhecer a região. Google Maps e uma internet ilimitada é essencial para esse tipo de orientação.

    À noite, jantar no Pourhouse Restaurant, na Water Street. Quem acompanha o perfil do Mães em Viagem no Instagram viu a história do meu prato que pedi neste restaurante, que foi bem engraçado! Moooorta de fome, pedi um “cauliflower steak”, crente que viria uma carne (o “steak”) com couve flor (cauliflower). Um prato com bastante SUSTÂNCIA e uma verdura pra equilibrar o prato. Qual não foi a minha surpresa quando chegou um couve flor – e apenas um couve flor – assado? O cauliflower steak significa “bife de couve flor” e não “bife COM couve flor”, como eu supus. Por pouco, muito pouco mesmo, não chamo o garçom e pago o micão de perguntar “hey man, where is the meet?” Depois descobri que cauliflower steak é um prato super conhecido (que esqueceram de me avisar). Basta ver a #cauliflowersteak. No final das contas, o bife de couve flor estava uma delícia e super saciou a minha fome!

    Um dos vários stories que fiz no perfil do Instagram. Segue lá: @Todasasmaes

    3º dia – Capilano Suspension Bridge

    Não tem como ir a Vancouver e não visitar a Capilano Suspension Bridge! Trata-se de uma ponte suspensa que atravessa o rio Capilano. Depois da ponte também tem outra parte do passeio formada por passarelas penduradas acima da floresta e outra passarela cravada no precipício.

    Achei que a essa altura do campeonato, depois de passar por 2 plataformas com piso de vidro (a primeira no Calgary Tower e a segunda no Skywalk Glacier na Icefields Parkway), eu não teria medo de uma “simples ponte”. Vou te falar que deu vontade de desistir assim que pisei nessa ponte suspensa que fica a 70 m acima do rio e tem 140 m de comprimento. O medo ficou por conta dos adultos mesmo, porque as crianças não esboçaram receio em momento algum.

    A ponte suspensa de Capilano, com 140 metros de comprimento. Tem coragem? Foto: arquivo pessoal
    Me sentindo em Indiano Jones e o Templo da Perdição 😉 Foto: arquivo pessoal

    Me senti no filme Indiana Jones e o Templo da Perdição (cena inesquecível da ponte). Havia muita gente (mesmo com o controle da quantidade de pessoas que passa por ela) e balançava horrores. A cada pessoa que parava no meio da ponte pra tirar foto ou a cada criança (inclusive as minhas) que davam pequenos pulos, eu suava frio. Mas valeu o passeio!

    Para chegar no parque, pegamos um shuttle na esquina com a rua Homer com a Robson, em downtown. O lugar é lindo e totalmente cercado pela natureza. Tem restaurante, banheiros e lojinha. Logo na entrada, pegue o mapa/ passaporte do parque. Em cada atração há uma espécie de máquina que carimba o seu mapa, provando que você esteve ali. São 6 lugares para passar. Claro que fiz questão de carimbar a minha passagem pela Capilano Suspension Bridge, né?

    Charme até n shuttle que nos levou para o Capilano Suspension Bridge Park. Foto: arquivo pessoal À noite, jantar no The Old Spaquetti, na Water Street, em Gastown.

    4º dia – Gastown

    No nosso quarto dia, confesso que foi bem pacato (só lembrando para quem não leu todos os posts: viemos de uma viagem de 2 dias em Calgary + 7 dias em um motorhome pelas montanhas rochosas). As crianças não aguentavam mais sair para passear… Nosso ritmo estava bem lento, quase parando (rs)… Tiramos esse dia para explorar o bairro de Gastown, onde estávamos, a pé.

    Piano em uma praça de Gastown. Foto: arquivo pessoal

    Almoçamos no Steamworks Brew Pub, na Water St, bem ao lado da Waterfront Station, que é o principal terminal de trânsito de Vancouver. É de lá que saem SkyTrain, Canada Line (ligando o Aeroporto YVR a Vancouver e Richmond) e o SeaBus (balsa de passageiros para North Vancouver).

    Voltamos para o hotel para descansar e arrumar as malas. A ideia de hoje era não se cansar muito, já que no dia seguinte seria bem punk! Isso porque o check out do hotel era às 11h da manhã, mas o nosso vôo seria somente às 21h (tendo que chegar no aeroporto pelo menos às 18h).

    5º dia – Queen Elizabeth Park

    Último dia de Vancouver. Check out do hotel às 11h. Tomamos um café da manhã, entregamos o quarto, deixamos as malas na recepção do hotel e fomos bater perna por Vancouver. Nosso vôo era somente às 21h.

    Para reforçar o café, uma passada no Tim Hortons, um fast food de cafés, donuts e bolinhos. É fácil achar, tem praticamente um em cada esquina.

    Tim Hortons: um em cada esquina!

    Seguimos a pé por Downtown (eu não falei que batemos perna pra caramba?) e então me deparo com um beco topo pintado de rosa. cheia de grafismos modernos. Parei pra tirar foto, lógico! E foi então que descobri que se tratava do “Pink Alley” (beco rosa), praticamente uma atração turística da cidade (descobertas que a gente faz só caminhando mesmo). A ideia desta intervenção urbana é de o local deixar de ser apenas um beco para serviços de lixeiras e veículos e se transformar em um espaço de convivência. Nem preciso dizer que deu super certo, né? Procure no Instagram a #pinkalley e verá!

    Foto obrigatória no Pink Alley em downtown.

    Depois pegamos um ônibus com destino a Queen Elizabeth Park, um dos mais lindos da cidade. O parque fica no ponto mais alto de Vancouver, a 152 metros acima do nível do mar, oferecendo uma vista espetacular. No dia que fomos estava nublado, mas ainda assim a paisagem impressionou. A fonte de águas dançantes, logo ao lado do Conservatório, agradou as crianças, que passaram um bom tempo correndo em sua volta tentando sincronizar suas passadas com os jatos de água 😉

    A fonte de águas dançantes no Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

    Não entramos no Conservatório (uma atração paga), mas nos deslumbramos com os jardins do parque. Plantas e flores milimetricamente posicionadas, formando um conjunto tão lindo e harmonioso, que ficou difícil não tirar dezenas de fotos ali. O principal jardim é o Quarry Garden, construído em uma antiga pedreira.

    A vista panorâmica da cidade do alto do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

    Jardim do Queen Elizabeth Park. Foto: arquivo pessoal

    Voltando para Gastown, o estádio BC Place, casa do time de futebol Whitecaps FC, estava no nosso caminho e resolvemos dar uma paradinha. Coincidentemente iria começar uma partida de futebol, mas para a gente não dava. Pasmem no valor do bilhetes: 60 dólares por pessoa para ver New York Redbull x Whitecaps.

    BC Place, casa do Whitecaps, em Gastown. Foto: arquivo pessoal

    Para finalmente encerrar a viagem, terminamos o nosso passeio em um pub em frente ao estádio comendo um dos pratos mais famosos de Vancouver: o poutine, que leva batata frita, queijo e molho. Não tem como ir a Vancouver e não experimentar um poutine!

    Já era fim de tarde e o dia havia sido muito proveitoso! Voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e seguimos até o aeroporto para embarcar de volta para casa. E como em qualquer viagem, trouxemos de volta no coração e na memória as melhores lembranças e recordações de férias em família!

    Não deixem de ler os outros posts dessa aventura no Canadá com crianças!

    Planejando a viagem de motorhome

    Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá

    1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary

    2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

    3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver (você está lendo este)

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  • Hotéis oferecem pacotes diferenciados de aniversário e festa do pijama

    Hotéis oferecem pacotes diferenciados de aniversário e festa do pijama

    Tirar uns dias de folga e partir com a família para um hotel é uma delícia, mas já pensou em se hospedar em um hotel para comemorar o aniversário dos seus filhos?

    Pois saibam que alguns hotéis em São Paulo oferecem um pacote diferenciado para quem quer promover uma verdadeira festa do pijama para os amiguinhos dos filhos e procuram por um espaço com mais infra.

    Leia também:
    
    O dia que meu filho dormiu sozinho em um hotel (calma, era uma festa do pijama)

    Selecionei três hotéis com opções especiais para a comemoração de aniversário!

    O Blue Tree Anália Franco conta com espaços que comportam de 10 a 20 crianças, sendo que esse espaço pode ser utilizado das 18h00 até às 10h00 do dia seguinte. As responsáveis pela idealização da festa do pijama, assim com a decoração são duas empresas parceiras do hotel: Mãe me Quer e Festa na Cabana, ambas especializadas no ramo infantil. A alimentação (lanches e café da manhã) é promovida pelo hotel.

    De acordo com o Blue Tree, o principal objetivo da demanda de festas infantis no hotel vem por causa da comodidade, atendimento, segurança e praticidade.

    Festa do Pijama no Blue Tree Anália Franco

    O Maksoud Plaza, na Bela Vista, também oferece entre seus pacotes de hospedagem a opção de festa do pijama para as crianças, que pode ser realizada em sala de evento ou em uma suíte do hotel . O local indica as empresas parceiras para disponibilizar as cabanas e os monitores que vão entreter os pequenos. O check-in acontece a partir das 15h e o check-out até 12h do dia seguinte.

    Festa do pijama no Maksoud Plaza

    Já para quem quer comemorar o aniversário dos filhos com uma hospedagem em família, a dica é o Quality Resort Itupeva, a 50 minutos de São Paulo. O hotel já é conhecido por ser um destino perfeito para ir em família pela sua estrutura de lazer, pela recreação para as crianças e pela proximidade dos parques Hopi Hari e Wetn’Wild. O pacote de aniversário no Quality Resort Itupeva inclui  hospedagem em apartamento decorado com bexigas, almoço cortesia para o aniversariante, jantar com bebidas não alcoólicas servido no Restaurante Trilheiros, bolo surpresa (agendar local e horário para o parabéns), 6 fichas para o salão de jogos e um mascote de pelúcia do Tixa.

    Piscina do Quality Resort Itupeva. Foto: Celso Freitas – Divulgação

    Serviço:

    Blue Tree
    Tel.: (11) 3018-1848

    Maksoud Plaza
    www.maksoud.com.br/festa-do-pijama.html

    Quality Resort Itupeva
    reservas.qri@atlanticahotels.com.br

    Leia também:

    Lista com os 10 melhores hotéis para ir com a família

    Festa de aniversário infantil: dá para fazer de um jeito diferente sim!

    As principais tendências para festas infantis em 2018, por Lilian Ruas

    Festas infantis e intimistas: por que amamos?

     

  • Pertinho de São Paulo: São Roque é uma ótima opção para a família

    Pertinho de São Paulo: São Roque é uma ótima opção para a família

    Quem  procurando uma opção de passeio fora da cidade de São Paulo, mas sem gastar muito tempo na estrada, a dica é fazer um bate e volta até a cidade de São Roque, a menos de 60 km da capital paulista.

    Uma atração super recomendada para famílias com crianças é o complexo Vila don Patto (que já ganhou certificado de excelência do TripAdvisor). O lugar reúne restaurante português, restaurante italiano, empório e adega, boulangerie, sorveteria, redário (para aquele bodinho depois do almoço), loja de artesanato e playground.

    Playground da Villa don Patto. Foto: divulgação.
    Para os pequenos que adoram um contato maior com a natureza e com os animais, a dica é a Fazenda Angolana. Com um clima mais rural, o lugar abriga um mini zoo da fazenda, oferece passeio de pônei, tem trilha ecológica, além, é claro de parquinho para as crianças. Há restaurante no local.  A entrada é R$ 8 por pessoa.
    Mini zoo da Fazenda Angolana. Foto: divulgação.

    São Roque, que também é conhecida como a “Terra do Vinho”, abriga diversas vinícolas espalhadas pela Estrada do Vinho. Está certo que não é exatamente um programa infantil, mas é um passeio que sai da rotina e, dependendo da idade dos seus filhos, dá sim para fazer em família. Eu, com crianças com 6 e 4 anos, arrisco numa boa uma visita a uma vinícola. A Vinícola Góes, por exemplo, faz visitas monitoradas e também conta com loja – além de vinho você também pode comprar suco de uva 😉

    A Vinícola Goés, na Estrada do Vinho. Foto: divulgação
    E se depois de tanta sugestão de passeio você ficar encantada com a cidade e quiser voltar para ficar por mais tempo, o hotel Vila Rossa é a minha mais nova descoberta. Um hotel grande, com playground, kid’s club, quadras, piscina aquecida, tirolesa e monitoria para as crianças. Além de tudo é um hotel pet friendly, que autoriza a companhia de cães de pequeno e médio porte na hospedagem (com algumas regrinhas a seguir).

     

    O lago, os pedalinhos e a tirolesa do hotel Vila Rossa! Foto: arquivo pessoal

    Atualização: Estivemos no Vila Rossa e conto tudo neste post review completo.

    Serviço:

    Vila don Patto
    End.: Estrada do Vinho – km 2,5 – São Roque – SP
    www.viladonpatto.com.br

    Fazenda Angolana
    Endereço para GPS: Rodovia Prefeito Quintino de Lima – Km 5 – São Roque SP
    Endereço: Estrada da Angolana, nº 257 – São Roque – SP
    www.fazendaangolana.com.br

    Vinícola Góes
    Estrada do Vinho, Km 9 – Canguera, São Roque
    www.vinicolagoes.com.br

    Hotel Vila Rossa
    R. Cora coralina, 350 – Vila Darcy Penteado, São Roque
    www.villarossa.com.br/

    Confiram outros hotéis em São Roque para se hospedar

    Leia também:

    Viagem com crianças: hotel Vila Rossa

    Lista com os 10 melhores hotéis para se hospedar no Brasil

  • Roteiro detalhado de 7 dias pelas montanhas rochosas no Canadá em um motorhome

    Roteiro detalhado de 7 dias pelas montanhas rochosas no Canadá em um motorhome

    De Banff a Jasper: confiram o nosso roteiro detalhado de 7 dias pelas montanhas rochosas no Canadá a bordo de um motorhome

    Posso dizer com toda certeza que os dias pelas montanhas rochosas ~ rocky mountains ~ no Canadá em um motorhome com minha família (eu + marido + filhos pequenos de 4 e 6 anos) foi a viagem mais especial que já fizemos!

    Foram meses de muita pesquisa e planejamento por aqui! E para ajudar futuros viajantes a se aventurar em uma jornada como essa, detalhei todo o nosso roteiro! A nossa aventura de motorhome saiu até no Catraca Livre Viagens 🙂

    Nosso roteiro de viagem pelas montanhas rochosas no Canadá
    Nosso roteiro de viagem pelas montanhas rochosas estava pronto!

    E continuo afirmando: ter um planejamento é muito importante sim. Mas não se prenda tanto a esses planos. Viajar de motorhome te dá essa liberdade, de não ter uma programação engessada e de não estar preso a reservas de hotéis.

    Esse, com certeza, foi o post mais longo que já escrevi em todo o blog! Então se você estiver aqui para planejar o seu roteiro, não se esqueça de favoritar a página e voltar aqui sempre que quiser alguma informação!

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    É importante lembrar que dentro desse nosso roteiro daria para incluir mais lugares para visitar durante o dia. Mas estávamos com crianças pequenas e o mais importante em uma viagem em família é respeitar o ritmo dos pequenos. Não adianta visitar dezenas de lugares em um mesmo dia e ter crianças cansadas e estressadas! Preferimos um ritmo mais desacelerado, mas com crianças felizes e curtindo cada minuto do nosso passeio!

    Aqui no blog já saíram outros posts sobre a viagem:

    Planejando a viagem de motorhome
    Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá
    1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary
    2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas (você está lendo este)
    3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver

    E agora o mais esperado:

    Roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas

    1º dia

    Calgary: retirada do motorhome e supermercado

    Campground: Tunnel Village I

    Depois de 1 dia inteiro de passeio em Calgary (leia o post com o roteiro de Calgary aqui), acordamos no hotel, chamamos um táxi e fomos fazer a retirada do nosso motorhome na CanaDream, em Calgary. A nossa retirada estava marcada para as 12h.

    Estacionamento de motorhomes na sede da CanaDream em Calgary.
    Estacionamento de motorhomes na sede da CanaDream em Calgary. Foto: arquivo pessoal

    Fomos recepcionados com um café da manhã na sede da empresa. Também havia mesinhas e giz de cera para distrair as crianças. Os pequenos ganharam livros de colorir e de atividades sobre toda a região das rochosas. O processo todo de retirada do motorhome dura em torno de 1h30. Saindo da CanaDream, fizemos uma parada estratégica no Canadian Super Store, um hipermercado, bem ao estilo de Walmart, para comprar mantimentos e produtos de higiene para os nossos próximos 7 dias a bordo de um motorhome.

    Sem brincadeira, passamos 2 horas neste supermercado! Vou preparar um post só com a lista de compras!

    Depois do supermercado, voltamos para o motorhome rumo a Banff. Eu já havia feito a reserva do campground do primeiro e segundo dia com antecedência através do site https://reservation.pc.gc.ca Neste site estão disponíveis todos os campgrounds que ficam dentro dos parques. Mas existem outros campings que não precisam de reserva, basta chegar e conferir se há vagas. Neste site você também pode comprar o ticket para entrar nos parques nacionais (nós compramos ali na hora, na portaria de entrada)

    Como já era fim de tarde, ainda não havíamos almoçado e as crianças estavam empolgadissimas com o motorhome, optamos por ficar no campground e curtir o resto do dia por lá mesmo, além de ajeitar as compras e roupas nos armários do motorhome. Ou seja, não houve passeio, mas houve exploração no camping e muitas brincadeiras!

    campground Tunnel Village I
    Nosso primeiro campground, o Tunnel Village I

    2º dia

    Banff – centro de visitantes

    Surprise Corner

    Hoodoo (vista do Bow River)

    Morant’s Curve

    Campgroung: Lake Louise Trailer Hard Sided

    Acordamos cedo, preparamos um café da manhã, trocamos as crianças e nos despedimos do primeiro camping. Fomos em direção à cidade de Banff, nossa primeira parada. Você não pode estacionar o motorhome em qualquer lugar, existem vagas próprias para este tipo de veículo.

    Fomos até o Centro de Visitantes e foi lá que compramos o Bear Spray. Você precisa ouvir toda a explicação e assinar um termo de uso.Também pegamos muitos folhetos e mapas da região.

    Guia sobre ursos no centro de visitantes em Banff
    Segundo dia: visita a Banff Town e parada no centro de visitantes

    Depois do centrinho Banff, nossa próxima parada foi o mirante Surprise Corner, de onde você tem a vista de Bow Valley e do luxuosíssimo Fairmont Banff Springs Hotel.

    Surprise Corner com vista para o Fairmont Hotel
    Surprise Corner com vista para o Fairmont Hotel. Foto: arquivo pessoal

    Seguimos adiante na estrada até a trilha de Hoodoo, na Tunnel Mountain Road. Um ponto rápido de parada para aproveitar o visual belíssimo de Bow River. Existem trilhas mais radicais e longas para os mais aventureiros. A que fizemos é bem tranquila de se fazer com crianças.

    Hoodoo no Canadá
    Hoodoo, uma vista deslumbrante! Foto: arquivo pessoal

    Depois de Hoodoo, fizemos uma parada rápida no vistapoint de Morant’s Curve, que fica no final da Bow Valley Parkway. Morant é o fotógrafo que se tornou conhecido por seu registro do trem passando exatamente neste ponto. Tivemos uma p. sorte, pois assim que estacionamos o motorhome, já ouvimos de longe o barulho do trem se aproximando!  Já li relatos de turistas que passaram um bom tempo parados esperando o trem e nada. E é óbvio que como todo turista que para neste ponto, tiramos uma foto ao estilo “Morant’s Curve”!

    Morant`s Curve montanhas rochosas no Canadá
    Morant`s Curve: um dos cartões postais das montanhas rochosas. Foto: arquivo pessoal

    De lá partimos para o campground que já estava reservado, o Lake Louise Trailer Hard Sided. Foi o único campground que ficamos que tinha energia elétrica na vaga. Sem querer descobrimos que o Bow River passava bem ali do lado do nosso motorhome e é claro que fomos molhar os pés naquela água tão transparente (e gelada rs).

    3º dia

    Lake Louise

    Campground: Mable Campground (Kootney National Park)

    Placa de Lake Louise, Canadá
    Placa de Lake Louise. Foto: arquivo pessoal

    Acordamos cedo e fomos direto para Moraine Lake. O estacionamento de Moraine Lake é bem pequeno e quando está lotado, a estrada que leva para o lago é fechada. E não deu outra: eram 8h e já estava tudo lotado. Partimos então para Lake Louise, lago mais conhecido da região e com infra bem maior, estacionamento gigante. Então fomos conhecer o lago mais lindo que já vi em toda a minha vida. Um verde que eu nem sabia que podia existir em um lago!

    Lake Louise e ao fundo geleira Victoria
    Lake Louise o lago mais exuberante que ja vimos. Ao fundo, a geleira Victoria. Foto: arquivo pessoal

    Para tornar o dia mais incrível, era aniversário do marido e comemoramos em grande estilo. Fomos direto fazer um passeio de canoa pelo Lake Louise. É um passeio bem caro sim (120 dólares canadenses por meia hora), mas valeu cada centavo gasto, pois é uma experiência inesquecível, tamanha beleza!

    Passeio de canoa no Lake Louise no Canadá
    Ao final do passeio é possível comprar a foto que tiram de vocês na canoa. Você recebe a foto impressa e por email também

    As canoas de Lake Louise comportam 4 pessoas, mas em Moraine Lake e Emerald Lake só cabem 3 pessoas em cada canoa.

    Passamos horas em Lake Louise, praticamente o dia todo, e fizemos até uma trilha de quase 3 km até um dos mirantes. Você vai ver diversas trilhas, todas bem sinalizadas apontando a distância. Foi uma trilha um pouco puxada para as crianças, eles se cansaram na subida e pediram bastante colo (rs). Não se esqueça de ter sempre uma garrafinha de água. Paramos muitas vezes também para descansar. Vimos muita gente com mochilas próprias para carregar crianças menores nas costas.

    Mirante no alto da trilha de Lake Louise
    Mirante no alto da trilha de Lake Louise: 3 km de caminhada. Foto: arquivo pessoal
    Brincadeira de criança na beira de Lake Louise
    Brincadeira de criança na beira de Lake Louise. Foto: arquivo pessoal

    Neste dia estávamos sem camping reservado e por isso saímos de Lake Louise e fomos em busca de um campground para pernoitar. Passamos em 4 lugares e todos estavam lotados. Conseguimos vaga no Mable Campground, que fica em Kootney National Park, ou seja, não era mais no Parque Nacional de Banff, mas ficava bem pertinho.

    E como procurar um camping? Como falei lá em cima, no 2º dia, passamos no Centro de Visitantes em Banff (mesmo lugar que compramos o Bear Spray). Lá nos deram um mapa das estradas que iríamos percorrer e sinalizaram todos os campgrounds que teriam pelo caminho. Na estrada, a gente cruza com placas indicando a distância do próximo camping. E quando o camping está lotado, eles já sinalizam na própria placa com a palavra “Full”, indicando que não há vagas. Desta forma você nem precisa se locomover até a entrada do campground – apenas seguir adiante até o próximo.

    placa de campground montanhas rochosas canadá

    Também usei o aplicativo Overlander, que mostra no mapa os campings próximos.

    Mosquito campground montanhas rochosas Canadá
    Placas indicativas dos campgrounds ao longo das rodovias
    Placa ensinando como funcionam os campings que não necessitam de reserva no Canadá
    Placa ensinando como funcionam os campings que não necessitam de reserva. Os campgrounds que precisam de reserva prévia custaram acima de CAD 40 na ocasião. Foto: arquivo pessoal

    4º dia

    Moraine Lake

    Peyto Lake

    Bow Lake

    Campground: Mosquito Creek

    Acordamos bem cedinho com o intuito de conseguir uma vaga no estacionamento de Moraine Lake e adivinhem? Mesmo chegando às 7h, a estrada já estava fechada. Aí o guarda nos deu a dica: voltar para o centrinho de Lake Louise (Lake Louise Village – onde também tem posto de gasolina, vale encher o tanque), estacionar o motorhome por lá e pagar pelo shuttle (van) que leva os visitantes até Moraine Lake. Não visitar este lindo lago estava fora de cogitação e foi a melhor alternativa que encontramos.

    Moraine Lake:
    Moraine Lake: estacionamos o motorhome em Lake Louise Village e chegamos de shuttle. Foto: arquivo pessoal

    Passamos um bom tempo explorando o entorno de Moraine Lake e depois ainda subimos no mirante que fica bem lá no alto das pedras (Rockpile) para ter uma visão esplêndida daquela paisagem! Muita gente (incluindo meu marido e filho) sobe até o mirante escalando as pedras, mas para quem não tem esse espírito aventureiro, tem uma pequena trilha que te leva até o mirante em 5 minutos.

    Moraine Lake cor azulada
    Bem menos lotado do Lake Louise, o Moraine Lake chama a atenção pela sua cor azulada. Foto: arquivo pessoal
    Moraine Lake
    Moraine Lake. Foto: arquivo pessoal
    Cátia Noronha em Moraine Lake
    Vista lá do alto das pedras de Moraine Lake
    Vista do mirante de Moraine Lake
    Vista do mirante de Moraine Lake. Eu juro pra você que não apliquei nenhum filtro nem correção de cores. Não é espetacular?

    Voltamos para o camping para preparar o almoço e em seguida fomos para Peyto Lake. A dica que nos deram era para ir para Peyto Lake por volta das 19h, pois a posição do sol daquele horário fazia com que a luz refletisse uma cor bem azul do lago. Seria muito tarde para ir com as crianças e preferimos ir às 17h mesmo, mas nem por isso deixamos de ficar deslumbrados com o visual. No Peyto Lake a gente não chega perto do lago, conseguimos ver só pelo mirante mesmo. Há uma pequena trilha de asfalto para chegar até o mirante, mas muito tranquilo de ir com crianças.

    A trilha para chegar até o mirante de Peyto Lake no Canadá
    A trilha para chegar até o mirante de Peyto Lake. Foto: arquivo pessoal
    vista de Peyto Lake
    A vista de Peyto Lake. Foto: arquivo pessoa;

    Antes de voltar para o camping, paramos em Bow Lake, um lugar muito tranquilo (diferente de Moraine Lake e Peyto Lake, que têm uma pegada bem turística), muito parecido com uma praia.

    Bow Lake
    A tranquilidade de Bow Lake. Foto: arquivo pessoal

    Voltamos ao campground e as crianças brincaram bastante por lá. O Bow River passa logo na entrada do camping, o que nos garantiu bastante entretenimento. As crianças adoravam brincar na beira do rio e esse envolvimento com a natureza o tempo todo que deixou a viagem mais incrível ainda. Estávamos inseridos na natureza 24 horas por dia durante 7 dias.

    5º dia

    Icefileds Parkway

    Columbia Icefileds Centre (tour para geleira Athabasca e Skywalk )

    Jasper

    Acquatic Centre

    Pizzaria Famoso

    Serviço de lavanderia

    Campground: Overflow Campground Jasper

    Esse foi o dia que mais rodamos! Logo cedo pegamos, finalmente, a Icefileds Parkway (Highway 93 north), também conhecida como a estrada mais bonita do mundo, em direção a Jasper. Como era de se esperar, passamos por paisagens de tirar o fôlego ao longo dos 232 Km de estrada.

    nascer do sol na Icefields Parkway
    Tivemos o privilégio de presenciar o nascer do sol na Icefields Parkway
     Icefields Parkway
    Senhoras e senhores: a Icefields Parkway! Foto: arquivo pessoal
    motorhome na Icefields Parkway
    Pausa para uma selfie na estrada mais bonita do mundo. Foto: arquivo pessoal

    Paramos em Columbia Icefields Centre e compramos tickets para dois passeios (só dá para fazer os dois passeios juntos): tour para geleira Athabasca e Glacier Skywalk. Posso adiantar que é um passeio caro, mas impressionante. Gastar ou não com passeios caros é algo muito pessoal. Nós decidimos curtir a experiência por inteiro, fazer tudo o que estivesse ao nosso alcance… Sinceramente, não acho que vamos voltar nas montanhas rochosas tão cedo (vontade é o que não falta, mas o mundo é muito grande pra repetir destino), então a nossa opinião é aproveitar o quanto puder! Mas lógico que gastos assim devem fazer parte do orçamento na hora de planejar. A gente já sabia do valor antes da viagem, quando consultei o site www.banffjaspercollection.com

    O motorhome (ou o carro) fica no estacionamento do Columbia Icefileds Centre enquanto os turistas saem de ônibus até os dois pontos a serem visitados. Primeiro vamos até uma estrada, onde trocamos de ônibus e subimos no Ice Explorer, uma espécie de trator que nos leva até as geleiras. É um passeio meio “Disney” (rs), o motorista é super empolgado e faz piadas o tempo todo. Para chegar até as geleiras descemos (e na volta subimos rs) uma ribanceira de dar um friozinho na barriga (e aí você entende o motivo de estar em cima de um ônibus-trator!). Ficamos cerca de 15 minutos na geleira Athabasca e depois o trator nos leva de volta para pegar o ônibus que nos levará até Glacier Skywalk, uma passarela de vidro de 1km de extensão que fica a 280 metros do chão, com vista para o Sunwapa Valley. No total, a programação  dura cerca de 2h30, 3h. Então leve agua, vá ao banheiro antes (não tem banheiro nas atrações) e leve casaco, pois na geleira é muito frio.

    ônibus trator na geleira Athabasca
    O ônibus trator que nos leva até a geleira Athabasca

    Dica para quem está indo com crianças: leve uma meia a mais e, se possível outro calçado na mochila, já que eles são exploradores por natureza e podem molhar o tênis na geleira. Pelo menos foi o que aconteceu com o meu filho rs. Como não tinha nenhuma troca, o jeito foi dar a minha meia pra ele! Vi um grupo de pessoas nas geleiras suuuuper preparadas: elas tinham capas de borracha para os sapatos, como uma bota maleável! Também tinha bastante gente com garrafinha vazia para encher com a água que escorria pelo chão das geleiras!

    Skywalk Glacier, a plataforma de vidro na Icefields
    Skywalk Glacier, a plataforma de vidro na Icefields em cima de um penhasco
    Skywalk Glacier, passarela de vidro de 1 km de extensão a 280 metros do chão
    Tem coragem? Passarela de vidro de 1 km de extensão a 280 metros do chão!

    Depois desse passeio incrível, voltamos para o motorhome e seguimos viagem pela Icefileds Parkway. Chegando em Jasper, fomos até o centro de visitantes para nos informar sobre campings, uma vez que não tínhamos nenhuma reserva e todos os que passamos na estrada estavam lotados. Descobrimos que quando os campgrounds da região ficam cheios, a cidade abre o “Overflow”, que na verdade é um grande descampado sem nenhuma estrutura: basta chegar e estacionar o seu motorhome (ou montar a barraca). Foi o que nos salvou neste dia! Existe um Overflow em Lake Louise também.

    É em Jasper que fica a estação de trem da Via Rail Canada. Existem muitos trajetos de trem pelo Canadá e tem até uma agência brasileira especializada na Via Rail para você planejar a sua viagem. Um desses trajetos faz o caminho das rochosas canadenses e leva o viajante de Jasper até Vancouver. Pensamos em fazer este percurso de trem, mas não teríamos como e nem onde devolver o motorhome, uma vez que a empresa de aluguel de motorhome fica em Calgary. Então no planejamento você precisa escolher: ou viaja de trem ou de motorhome.

    trem em Jasper

    Ainda pelo centro de Jasper, para amenizar o calor que fazia, descobrimos o Acquatic Centre, tipo uma academia com day use com piscina coberta a preços simbólicos. No total, para 4 pessoas, pagamos cerca de dez dólares canadenses. Foi ótimo porque as crianças estavam cansadas de tanto andar e puderam relaxar e brincar na piscina.

    Aquatic Centre em Jasper
    Relax e brincadeiras no Aquatic Centre em Jasper
    pôr do sol Jasper
    Pôr do sol em caminhada pela cidade de Jasper. Foto: arquivo pessoal

    Já era noite (no verão anoitece muito tarde, só depois das 21h) e optamos por uma pizza. Escolhemos a Famoso Pizzeria! Muito boa, a pizza é deliciosa e ótimo custo benefício. Embaixo da pizzaria tem uma lavanderia que nos salvou! Levamos uma boa muda de roupas para lavar e secar!

    Mais uma volta pelo centrinho, um sorvete com as crianças e já era hora de seguir para o Overflow Campground Jasper, que ficava há meia hora dali.

    É importante saber que em muitos pontos dessa viagem (como a própria Icefileds Parkway) não pega sinal de celular. Então aproveite para usar a internet em Jasper, pois nos campings ao redor não tem.

    Em momentos que a internet pegava eu aproveitava para entrar no site https://reservation.pc.gc.ca e verificar sem algum dos campgrounds oficiais tinham vagas liberadas. Consegui de última hora reserva para os dois últimos dias no nosso caminho de volta: em Johnston Canyon e Tunnel Village.

    A noite no Overflow Campground Jasper foi horrível, quase um perrenguinho de viagem rs. O tempo virou totalmente, a madrugada foi de muita ventania forte (o motorhome balançava tanto que parecia um avião com turbulência) e as pessoas que estavam acampadas em barracas tiveram que entrar nos carros. O dia seguinte amanheceu feio, muito nublado e chuvoso.

    6º dia

    Caminho de volta para Banff 

    Pyramid Lake

    Athabasca Falls

    Herbert Lake

    Campground: Johnston Canyon

    A viagem até Jasper acabara e era hora de fazer o caminho de volta. Percorremos novamente os 232km da Icefileds Parkway, mas o dia estava muito feio e nublado. Paramos o motorhome rapidamente em Pyramid Lake só para preparar um café da manhã. Depois visitamos as quedas d’agua impressionantes de Athabasca Falls e seguimos adiante.

    Pyramid Lake
    Mesmo no verão, o dia amanheceu nublado e chuvoso em Pyramid Lake. Foto: arquivo pessoal
    canoas em Pyramid Lake
    Café da manhã na beira do Pyramid Lake, em Jasper. O dia começou muito feio e nublado. Mas era apenas o início da manhã… Foto: arquivo pessoal
    A força das aguas em Athabasca Falls
    A força das aguas em Athabasca Falls

    No Herbert Lake, já com o tempo melhor, Teodoro e o pai ousaram um mergulho gelado! De volta para o motorhome, fomos conhecer o Lake Louise Ski Resort para fazer um passeio na gôndola (e ter a vista de Lake Louise e quem sabe avistar ursos lá de cima). Mas o tempo havia fechado novamente e a gôndola não funciona com chuva e vento.

    mergulho gelado em Herbert Lake
    Um mergulho gelado em Herbert Lake. Foto: arquivo pessoal

    Chegamos no campground de Johnston Canyon (que eu havia conseguido fazer uma reserva pela internet no dia anterior), onde fica a cachoeira Johnston Canyon Falls, nosso passeio do dia seguinte.

    7º dia

    Johnston Canyon Falls

    Emerald Lake (Yoho National Park)

    Campground: Tunnel Village I

    No último dia de motorhome, a nossa programação começou em Johnston Canyon Falls, que ficava no campground que estávamos. A gente percorreu uma trilha pavimentada somente até a primeira queda.

    queda d'água de Johnston Canyon
    Uma pequena trilha nos leva até a queda d’água de Johnston Canyon. Foto: arquivo pessoal

    De última hora, decidimos ir até o Emerald Lake, que fica no Yoho National Park. Foi um dos lagos mais lindos que conhecemos nesta viagem, ao lado de Lake Louise e Moraine Lake. Um verde indescritível e cenários para fotos maravilhosas!

    Emerald Lake
    Emerald Lake: um visual muito melhor do que do início da manhã., né?
    Emerald Lake
    Eu, preparando o tripé para tirar uma foto da nossa família com esse lago incrível ao fundo (Emerald Lake). Foto: arquivo pessoal

    Finalizamos o dia no Tunnel Village I, o mesmo campground que ficamos no primeiro dia. Arrumamos tudo e nos preparamos para seguir até Calgary na manhã do dia seguinte e entregar o motorhome na CanaDream.

    last day
    Um brinde ao último dia de viagem de motorhome. Se eu faria de novo? Sem dúvida nenhuma!!!

    Ah, lembram-se do Bear Spray que compramos no centro de visitantes em Banff? Não usamos (ufa) e entregamos na CanaDream.

    Depois de fazer a devolução do motorhome, chamamos um táxi que nos levou até o aeroporto. A viagem continuou em Vancouver, mas isso fica para o próximo post!

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    O modelo escolhido para uma família de 4 pessoas: o SVC Super Van Camp da CanaDream
    Leia também:
    Todas as Mães no Catraca Livre Viagens
    Planejando a viagem de motorhome
    Como é viajar de motorhome pelas montanhas rochosas no Canadá
    1ª parte da viagem: roteiro de 1 dia em Calgary
    2ª parte da viagem: roteiro de 7 dias pelas Montanhas Rochosas (você está lendo este)
    3ª parte da viagem: roteiro de 5 dias em Vancouver

    Frases de viagem:

    Frases de viagem

    Organize a sua viagem:

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  • 5 dicas preciosas para viajar com os filhos

    5 dicas preciosas para viajar com os filhos

    Viajar com filhos é uma experiência inesquecível, mas exige planejamento extra. Com dicas simples, é possível garantir uma viagem leve, segura e divertida!

    Teodoro, aos 11 meses, chegando no hotel em Miami.

    Viagem é uma experiência que fica para sempre na nossa memória e, isso, ninguém tira de você! Mas, viajar com filhos pode não ser tão simples assim e necessita de uma dose extra de planejamento.

    O ritmo das crianças não é o mesmo que o dos pais, assim como suas necessidades e seus horários. Portanto, para a sua viagem não acabar em um estresse desnecessário, separei algumas dicas que, com certeza, irão te ajudar a organizar a viagem com os filhos.

    São dicas fáceis de seguir e que farão a maior diferença! Depois disso, já pode começar a contagem regressiva para a viagem!

    1. Planejamento

    Faça um roteiro com os lugares que gostaria de conhecer no destino da viagem e pesquise se há atrações voltadas para as crianças. É interessante ter opções que agradem os adultos e outras que agradem as crianças. Assim também fica mais fácil de negociar quando os filhos começam a ficar impacientes em um determinado passeio. É legal também já ter anotado algumas dicas de restaurantes para almoçar e para jantar. Mas não precisa ser tão rígido com o roteiro: não descarte mudanças de passeios ou opções novas que forem surgindo no meio da viagem!

    2. Mala de viagem

    Sabemos que arrumar a mala dos filhos não é tarefa fácil, principalmente se as crianças forem muito pequenas. Não confie na sua memória! Faça antes uma lista com todos os itens necessários. Informe-se sobre a previsão de tempo do seu destino para decidir quais roupas levar. E lembre-se que criança suja roupa muito fácil, então o ideal é levar trocas a mais. Para os bebês, faça uma mala extra com itens de alimentação, como mamadeira e leite em pó, papinhas prontas etc. Não se esqueça das fraldas!

    3. Saúde das crianças

    Prevenir-se nunca é demais! Leve para a viagem um nécessaire contendo os remédios que os filhos estão acostumados a usar em casa, como antitérmico, antialérgicos, termômetro e primeiros socorros. Vale conversar com o pediatra antes, se necessário. Leia os posts que escrevi “Quais remédios levar em uma viagem com crianças”  e “A importância do seguro viagem

    4. Converse sobre o tempo de viagem

    Frase clássica de toda criança em uma viagem: “Mãe, tá chegando?”. Não tem como escapar, mas é interessante conversar com a criança antes de saírem de casa e explicar o que vai acontecer. Se a viagem for longa, não minta: explique que vai demorar sim, mas que vocês podem inventar coisas legais para fazer durante o trajeto.

    “Mãe, tá chegando?” “Filha, a viagem de 10 horas ainda nem começou” rs Quem nunca ouviu essa frase?

    5. Entretenimento na viagem

    E completando o item anterior, faça uma malinha de mão para os filhos não se entediarem fácil durante a viagem. Separe brinquedinhos que eles gostam, giz de cera e papel para desenhos, filminhos no tablet ou celular e lanchinhos fáceis de carregar. Leve na bagagem bastante paciência também, pois a rotina muda bastante e algumas crianças precisam de um certo período de adaptação nos horários. Leia o post “O que levar na bagagem de mão em uma viagem de avião

    Com essas dicas para viajar com filhos, o final de semana ou as tão sonhadas férias podem ser muito mais prazerosas e fáceis de aproveitar. São essas viagens em família que ficam na lembrança de infância dos filhos e nas nossas, então curta muito esse momento tão especial!

    Ah, e não se esqueça de tirar muitas fotos!

    
    

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