Para quem pretende passar as férias de verão no litoral de São Paulo, tenho uma dica: sempre que puder, confira o boletim de balneabilidade feito pela Cetesb para checar a qualidade das águas das praias do litoral de SP.
Balneabilidade é o nome técnico usado para indicar se a água do mar está adequada para o banho. Toda semana, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) avalia a qualidade da água de 175 praias do litoral paulista e classifica cada ponto em duas categorias: própria ou imprópria.
A coleta é feita exatamente no ponto onde os banhistas entram no mar, sempre na mesma área, no mesmo horário e a 1 metro de profundidade, para garantir padronização.
A divulgação dos resultados ocorre sempre às quintas-feiras, quando o boletim atualizado é publicado no site e no aplicativo da Cetesb (Android e iOS), e as bandeiras são trocadas nas praias monitoradas.
Quando é imprópria, significa que é desaconselhável nadar, uma vez que pode ter um grande número de coliformes fecais * eca * (hoje chamados de coliformes termotolerantes), E. coli e enterococos. A densidade alta desses organismos tem a ver com a poluição pelos esgotos.
Mas nem sempre a classificação como imprópria tem a ver com a poluição pelos esgotos. De acordo com a Cetesb, uma praia também pode ser classificada na categoria Imprópria devido a circunstâncias como floração de algas, derramamentos de óleo ou descarga acidental de poluentes.
O risco de nadar em águas impróprias é contrair doenças do trato gastrointestinal como vômitos e diarreias e algumas doenças até mais graves.
Lembrando que com as crianças o cuidado deve ser redobrado, já que elas vivem engolindo água, colocando a mão na boca…Portanto, melhor não dar bobeira!
Recomendações da Cetesb:
Após chuvas intensas, evite entrar no mar por pelo menos 24 horas, mesmo em praias classificadas como próprias.
Canais, rios e córregos que deságuam na praia devem ser evitados, pois podem receber esgoto clandestino.
Fiz o exame na semana passada para checar se já tive contato com o coronavírus e se tinha anticorpos. Fiz o exame de sorologia IgG e IgM e não o PCR.
O exame PCR detecta a presença do vírus no organismo, ou seja, quando o paciente tem sintomas.
O exame de sorologia que fiz foi o de quimioluminescência e que tira sangue da veia (não é aquele que faz um furinho na ponta do dedo). Esse é indicado fazer depois de, pelo menos, 10 dias de sintomas ou contato com alguém doente (ou situação de risco). O resultado saiu no dia seguinte.
Também existem os testes rápidos, que ficam prontos em poucos minutos e lembra muito aqueles exames de gravidez. Só que a sensibilidade e especificidade desses testes rápidos são menores em comparação as outras metodologias.
Importante: estou praticando a quarentena, mesmo com a flexibilização de São Paulo, contato mínimo com as pessoas. Mas como já relatei no Instagram, perdi a minha mãe no final de março (e início disso tudo), por problemas respiratórios.
Na ocasião, estive com ela no hospital e ainda circulei rapidamente dentro de uma UTI. Desde então, há 3 meses, vivia com essa dúvida que estava me deixando ansiosa em um grau extremo (mesmo o exame da minha mãe na época ter dado negativo para Covid-19).
O teste é bem caro (a ANS decretou que os planos de saúde deveriam cobrir, também, o exame de sorologia, mas quando eu realizei, o meu plano não tinha cobertura). Leve em conta que, quem tem anticorpos do Coronavírus não tem um passaporte 100% para a imunidade. Há muitas controvérsias a respeito!
Encontrei preços bem diferentes entre os principais laboratórios. Embora todos sejam de sorologia, não sei avaliar a diferença e a confiança dos testes, mas perguntei pra pediatra dos meus filhos (que acaba sendo nossa médica de família) e ela nos disse que o Fleury é o melhor (e o mais caro!). Não considerei aqui os lugares que aplicam os testes rápidos (mas para quem se interessar, a Drogasil, por exemplo, realiza os testes rápidos mediante agendamento).
Valores dos exames de Covid (sorologia, pesquisado na primeira semana de julho)
* Como eu já estava pesquisando “exames Covid” há um tempo, também levei em consideração as propagandas de laboratórios que apareceram no meu Instagram, mas são de empresas que eu não conheço, como esse do LabiExame.
O meu resultado deu não reagente tanto para o IgG quanto para o IgM (veja imagem abaixo de como é interpretado esse exame que eu fiz). Ou seja, não tive contato com o coronavírus. Isso quer dizer que todo o meu cuidado está sendo eficiente!!! Ao mesmo tempo, ainda estou vulnerável ao vírus sem saber como o meu corpo poderia reagir. Tenso, né?
Alguns paísesestão exigindo exames de Covid para a entrada de estrangeiros. Será que vai ser comum essa exigência no futuro (não muito distante)?
Muita gente que está planejando a próxima viagem está bastante receosa e pensa até mesmo em cancelar por conta do coronavírus. Entrevistei o médico Alexandre Piva Sobrinho, professor de infectologia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) para falar sobre o assunto
Conversei com Dr. Jessé Alves, infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, sobre a importância da vacinação antes de viajar. Mas de quais vacinas estamos falando? Leia a entrevista e descubra!
Planejar uma viagem envolve diversos tipos de pormenores, como checar se a documentação está em dia, separar roupas de acordo com a previsão do tempo, fazer reservas de passeios e tours, trocar o seu dinheiro pela moeda local etc. Mas o que muita gente se esquece é de verificar se a sua carteirinha de vacinação está em dia!
Quem nunca passou por um perrengue em viagem que atire o primeiro passaporte! Perrengues, apertos e sufocos… Passar por situações assim, principalmente quando estamos com crianças não é nada legal, mas infelizmente ninguém está livre de passar por um contratempo.
Coleciono já algumas histórias – umas com crianças e outras da época de solteira. Clicando em “Perrengues de Viagem” aqui no blog você lê as histórias diferentes pelas quais já passei pelas viagens que fizemos!
Criança doente
Talvez um dos perrengues mais comuns e chatos é alguém ficar doente no meio da viagem. Se for algum de nossos filhos, nem se fala! A gente sofre pra caramba quando surge uma febrinha em casa… quando estamos longe do nosso lar, essa angústia só piora.
Nessas últimas férias de verão, que passamos 20 dias em Ilhabela – SP, tanto a Alice quando o Teodoro pegaram uma virose braba daquelas nos últimos dias da viagem! Vômito, diarréia, dores abdominais e febre por 3 dias. Imaginem a mãe aqui desesperada vendo os 2 filhos doentes no meio das férias!
Linda a paisagem! Pena que a gente estava de molho em casa por conta de uma virose de verão!
No meio disso tudo acabei descobrindo que praticamentetodas as praias de Ilhabela haviam sido consideradas impróprias para banho pela Cestesb. Ou seja, possivelmente foi uma virose causada pela sujeira vinda da praia, provavelmente relacionado ao esgoto despejado no mar (eca).
Mas essa, infelizmente, não foi a primeira vez que eles ficaram doentes em viagens. Teodoro também já havia passado por uma virose forte quando fomos para a Bahia, também com vômito, febre alta e diarréia.
Por conta desses episódios, lembrar da saúde na hora de viajar é essencial e tenho algumas dicas!
Levar o contato do pediatra. Eu até já fui entrevistada pela revista Crescer sobre essa relação entre paciente e pediatra pelo WhatsApp (veja imagem da reportagem abaixo) . Em todos esses episódios de virose, estive em contato o tempo todo com a pediatra pelo whatsapp/ telefone. Claro que isso não descartaria a hipótese de ter que levá-los ao hospital do lugar em questão (inclusive nas férias de Ilhabela por muito pouco não tive que levar meu filho ao PS de tanta água que perdia). Entrevista que dei para a revista Crescer sobre a relação entre pediatra x paciente e o whatsapp!
Atente-se à alimentação: na praia eu costumo levar lanchinho de casa para as crianças (frutas, salgadinho, biscoito de polvilho etc). Apesar do cheirinho bom, fujo de queijo coalho vendido na praia! Água: só mineral!
Vale também todas as recomendações de higiene: lavar sempre as mãos depois de ir ao banheiro, antes de comer, etc. Em viagens que a gente fica muito na rua e anda de transporte público, levo na bolsa um álcool gel para higienizar as mãos. Aliás, leia aqui o post sobre o que levar na bagagem de mão em viagens com crianças. Falo sobre a importância do álcool gel!
Outra ação que faço muito é prevenir! A pediatra dos meus filhos sempre receita um remédio homeopático de prevenção de resfriados ou que aumentem a imunidade. Por isso, quando tenho uma viagem à vista, principalmente uma internacional, costumo pedir a ela a receita desses remedinhos.
Em duas viagens grandes que fizemos – para Dubai e para a Disney – tirei as crianças da escola por 1 semana antes do nosso embarque. Eles eram muito pequenos e estavam naquela fase de virose o tempo todo na escolinha. Como eu não trabalhava fora e as faltas não prejudicariam o ritmo escolar (pois estavam na educação infantil ainda), preferi mantê-los em casa. Desta forma, dificilmente poderia aparecer uma doencinha na viagem!
Com essas dicas que dei, pelo menos dá para diminuir as chances de uma virose fora de hora. Ou se (toc toc toc) aparecer, você já sabe o que fazer para melhorar a situação!
Se tem uma recomendação que posso dar para as famílias que estão planejando uma viagem é: não abra mão do seguro viagem! Sem ele, um contratempo pode se tornar uma grande dor de cabeça!
foto: pexels.com
Quando fomos para Miami, o Teodoro foi brincar em um dos parquinhos que tinham ao longo da Ocean Drive e caiu com a mão no chão. Chorou bastante e em pouco tempo o pulso estava bem inchado. Mediquei com um analgésico que tinha levado (leia aqui o post sobre “Quais remédios levar em uma viagem com crianças”) e aguardamos mais um pouco. O pulso continuava a inchar e, em conversa com a pediatra deles por Whatsapp, decidimos levá-lo a uma clínica.
O seguro saúde que eu havia contratado tinha uma cobertura de US$ 24.000 e funcionou muito bem. Ligamos para o número indicado no voucher, relatamos o ocorrido e em poucos minutos nos retornaram indicando uma clínica credenciada mais próxima. Chegando lá, apresentamos os documentos e o seguro autorizou o atendimento médico, que também incluiu raio-X e a imobilização do braço do Teodoro.
Eu realmente nem sei o quanto esse tipo de evento poderia ter nos custado. Isso porque nos EUA os hospitais, clínicas e profissionais da saúde estão entre os mais caros do mundo. Os testes diagnósticos e medicamentos custam muito mais do que no Brasil – e são cobrados em dólar.
Uma consulta em clínica nos EUA pode custar até US$ 500 e, em um hospital, chega a US$ 6 mil. Em casos de internação, o paciente pode ter que desembolsar até US$ 50 mil.
Para a nossa próxima viagem (para o Canadá, leia o post clicando aqui), contratamos um seguro viagem com cobertura de US$ 30 mil, mas existem planos que cobrem de US$ 200 mil a até US$ 1 milhão. Alguns planos de saúde e cartões de crédito também ofecerem seguro de viagem. Acionei o meu plano de saúde para o Canadá, mas a cobertura é baixa, de R$ 15 mil.
Para quem viaja para Cuba, Venezuela e Equador, o seguro viagem é exigido. Os dois primeiros estipulam um mínimo de cobertura de US$ 10,8 mil e US$ 40 mil, respectivamente. Para destinos da América do Sul, Central e Caribe, não é exigido, mas altamente recomendado ter um seguro saúde.
Para a Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen estabelecem como requisito para entrada um seguro viagem com cobertura para assistência médica no valor mínimo de € 30 mil.
Já para os países da Ásia, Oceania e África não é obrigatório a contratação de um seguro viagem, mas ainda assim é muito importante não deixar esse item de fora.
Vai viajar com as crianças? Confiram os remédios que não podem faltar na bagagem!
foto: pexels.com
Costumo falar que fazer a mala das crianças para passar um fim de semana na praia ou para passar 15 dias de férias no exterior dá praticamente o mesmo trabalho. O que muda é o volume, mas os itens são os mesmos. E um desses itens que acho que não pode faltar na bagagem é a farmacinha com remédios das crianças, independente se estão fazendo algum tratamento ou não.
Isso não é neura! Não tem coisa pior que precisar de um remédio e você estar longe de uma farmácia ou estar em um horário ruim para sair. Ou pior ainda, estar em outro país e não ter como comprar, uma vez que as prescrições de medicamentos não têm validade em outros países (leia abaixo dicas para levar remédios em viagens internacionais).
Sempre que nós viajamos levo uma malinha de remédios. Já aconteceu de estarmos na fila para fazer o check in para Dubai e eu me lembrar da malinha de remédios que havia ficado no carro! Sorte que o carro estava ali mesmo no aeroporto e saímos correndo para buscar!
Dependendo do destino da viagem dá para levar itens a menos. Ah gente, uma coisa importante: quando temos alguma virose ou imprevisto sempre entro em contato com a pediatra das crianças. Nunca dou remédio por conta própria, ok?
Já passei por perrengues por não ter levado todos os remédios. Quando fomos para o Chile, o Teodoro, na época com quase 2 anos, estava com uma tosse horrível e eu tinha levado só um restinho do xarope. O vidro acabou, a tosse piorou e nós que tivemos que bater perna em Santiago para achar o xarope correspondente. Tudo isso com a pediatra no WhatsApp rs!
Então aqui está uma listinha de medicamentos básicos que eu geralmente levo. No nosso caso ainda levo mais alguns outros remédios que as crianças usam quando têm crises de asma. Por isso é muito importante falar com o pediatra antes de viajar!
Remédios para levar nas viagens
Antitérmico/ antinflamatório – Geralmente levo 2 antitérmicos diferentes. E sim, já precisei usar os 2. Estávamos na Bahia quando meu filho pegou uma virose que dava uma febre alta que não baixava por nada e precisei intercalar:/
Antialérgico – Aqui em casa os dois são bem alérgicos e por isso não pode faltar
Xarope para tosse – Quando vamos para algum destino mais longe (ou internacional), levo o xarope que eles estão acostumados a tomar, mesmo se não estiverem com tosse. Se o destino for perto e eles não estiverem com tosse, não levo.
Primeiros socorros – Curativos, algodão, antisséptico para machucados. Esse item, inclusive levo na minha bolsa de praia também.
Termômetro
Pomada para picada de insetos
Antibiótico – Consulte o pediatra das crianças e pergunte se ele julga necessário levar uma caixa de antibióticos quando fizer uma viagem internacional.
Spray de própolis para dor de garganta – Não é essencial, mas pode ajudar no alívio de uma dor. Faço o mesmo que o xarope para tosse: se for destino internacional, levo. Se o destino for perto, tiver estrutura, etc, não levo.
Soro fisiológico para pingar no nariz
Remédio para diarreia (levo aqueles sachezinhos para reestabelecer a flora)
Remédio para gases e enjôo
Remédio para dor de ouvido
Será que esqueci de algum?
Como essa pergunta é bem comum quando estamos indo para o aeroporto, sugiro montar a malinha dos remédios com alguns dias de antecedência – dependendo do destino e do tempo de viagem.
Viagens internacionais: despachar os remédios ou não?
Lembre-se que existem regras para levar medicamentos no avião em viagens internacionais.
Se eu fosse levar todos os remédios na bagagem despachada, iria correr o risco de ter a mala extraviada e perder todos os remédios. Então a gente precisa pensar direitinho antes de dividir os medicamentos entre bagagem despachada e bagagem de mão.
No site da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) consta que “medicamentos (com prescrição médica), alimentação de bebês e líquidos de dietas especiais poderão ser transportados na quantidade necessária à utilização no período total de voo (incluídas eventuais escalas) e deverão ser apresentados no momento da inspeção de segurança”.
Existe uma regra para o transporte de líquidos em viagens internacionais que vou citar logo abaixo. Porém, no site da Anac também diz que “medicamentos que precisam ser levados na bagagem de mão em voos internacionais não se enquadram nas restrições para transporte de líquidos, mas deverão estar acompanhados da devida prescrição médica”. Ainda assim, para evitar dor de cabeça desnecessária, sigo a regra do transporte de líquidos na hora de levar os remédios.
Para transportar líquidos na bagagem de mão (incluindo aí os remédios, cremes, géis etc), o limite é de 100 ml por frasco, que deverão estar acondicionados em saquinhos plásticos transparentes do tipo zip, com capacidade de até 1 litro. Uma informação importante: só são permitidas um saquinho zip por passageiro! Essas embalagens plásticas devem ser apresentadas na inspeção de embarque. (Clique aqui para ler as informações da Anac sobre bagagem de mão em viagens internacionais).
Então levando em conta todas essas regras, na bagagem de mão levo os remédios mais importantes incluindo o soro fisiológico em spray para espirrar no nariz durante o vôo (o ar condicionado do avião resseca e irrita a mucosa nasal).
Eu prefiro levar todos os remédios na caixa e, de preferência, fechados.
Sempre carrego a prescrição médica dos remédios – até porque nunca me lembro das doses necessárias. Se for algum remédio de uso contínuo ou tratamento, também é recomendando levar a receita traduzida para o inglês, mas apenas para o caso de fiscalização sanitária. As prescrições de medicamentos não têm validade em outros países. Dependendo do remédio, é necessário passar por um médico de onde você está para ter acesso ao medicamento. Por isso fazer uma lista de farmacinha para levar na viagem é tão importante.
Mesmo levando tanto remédio na mala, ainda assim é essencial fazer um seguro saúde antes de viajar. Tem um outro post sobre o dia que meu filho precisou usar esse seguro saúde quando estávamos em Miami!
Quando fomos para Disney e Miami com as crianças, contei um pouquinho como foi a viagem neste outro post. Mas ficou faltando um texto com as dicas de produtos de farmácia para crianças que valem a pena comprar nos EUA. Ahhhh, as farmácias, como amo! Rs É sério, gente, impossível não enlouquecer!
As redes de farmácia mais conhecidas são Wallgreens e CVS. Eu já tinha feito uma listinha do que queria trazer de lá, então para economizar tempo (fazer compras com crianças pequenas é sempre muita bagunça e difícil de se concentrar rs) comprei alguns itens pela internet e mandei entregar no hotel. Também comprei alguns produtos de farmácia nas nada breves passadinhas no WalMart.
Band-aid Você encontra de vááários personagens que ainda não encontramos aqui no Brasil. Mas além de curativos de personagens, trouxe uma versão que já vem com antibiótico direto no curativo, ajudando a evitar a infecção e a cicatrizar melhor o machucado. Eu estranhei no começo, mas já usei em alguns machucados maiores no meu filho e gostei bastante do resultado. Na embalagem não há nenhuma restrição, a não ser em pessoas alérgicas. Na dúvida, pergunte ao pediatra.
P.S. Vejam só que ironia! Lendo a embalagem da caixinha de Band-Aid com Neosporin (pomada antibiótica) que trouxe dos EUA, acabei descobrindo que esse produto, apesar de não ser vendido nas farmácias do Brasil, é fabricado aqui!
“Made in Brazil”, mas nunca vi esse produto nas farmácias nacionais :/
Mas voltando às farmácias dos EUA, nas lojas físicas do Wallgreens também achei curativo de marca própria antibacteriano 100% a prova d’água:
Curativo com antibiótico a prova d’água
Band-Aid de personagens U$ 3,99 no Walgreens:
Neosporin First Aid Antiseptic – Foaming Liquid Um líquido antisséptico para primeiros socorros em crianças a partir de 2 anos. O líquido forma uma espuma instantânea que limpa pequenos ferimentos e arranhões e ajuda a matar germes e bactérias, prevenindo infecções. Achei ótimo para levar em viagens e passeios. Na CVS está U$ 5,29
Pomada After Bite Pomada para picadas de insetos bastante conhecida por aqui e recomendada para quem vai fazer o enxoval nos EUA. Possui uma fórmula suave para crianças (a partir de 2 anos) que alivia e acalma a pele após a picada. Esse também foi um dos produtos que perguntei para a pediatra dos meus filhos se eles podiam usar. U$ 3,99 no Walgreens
Boogie Wipes Feitos com solução salina natural, os lenços Boogie Wipes servem para limpar o nariz do bebê ou da criança quando estão resfriados e até para dar aquela aliviada quando o tempo está muito seco. Uso bastante aqui quando o nariz não aguenta mais lenço de papel e a pele já está ressecada e vermelha de tanto assoar. Ou quando fica aquele aspecto de secreção nasal já seco em torno do nariz (rs). A solução nasal contida no lencinho é natural, hipoalergênica e alivia o nariz congestionado. U$ 4,76 no Wallmart
Protetor solar infantil em bastão Protetor solar nos EUA já vale a pena comprar de qualquer jeito. Mas quando eu vi essas versões para crianças em bastão, não resisti e trouxe na mala! Trouxe de duas marcas: Neutrogena e Coppertone, mas você encontra de várias outras marcas. Pode ser usado no corpo inteiro, mas acho mais fácil para passar no rosto. Para os meus filhos foi um achado, pois eles mesmos aplicam o protetor. É fácil, prático de levar em qualquer lugar e muito útil! Esse foi o produto que mais fiquei satisfeita em adquirir!
Capa para braços e pés quebrados Bem, obviamente não foi um item que eu gostaria de ter comprado. Mas como contei no post com as dicas da Disney, o meu filho caiu durante a nossa estadia em Miami e fez uma lesão no pulso. Voltou para o Brasil com o braço engessado e assim ficou por 30 dias. Uma amiga nossa, que também já teve a infelicidade de quebrar o pé durante uma viagem nos EUA, disse que na farmácia eu poderia achar uma capa para não molhar o braço. Dá para substituir por um saquinho de supermercado e algumas voltas de fita crepe? Dá! Mas eu quis experimentar essa capa e foi totalmente aprovada! Muito simples de colocar, não tem que ficar embrulhando o braço e super seguro, não entrou nada de água no gesso do meu filho, pois a abertura é elástica e se ajusta ao bracinho. É reutilizável. Foi realmente muito útil! Espero não ter que usar mais (apesar de meu filho ter apenas 5 anos e ter sido a segunda vez que engessou o braço por conta de suas traquinagens). US 14,99 no Walgreens.
Update: acreditem, usei esse protetor mais 3 vezes aqui no Brasil! E continua guardado, para qualquer emergência.
Lysol Desinfetante Spray To Go (de bolso)
atualização: esse produto já chegou no Brasil há algum tempo. Desinfetante de bolso que mata 99,9% dos vírus e bactérias. Atualmente uso muito esse tipo de produto e já saio com ele na bolsa, principalmente quando viajamos e usamos banheiro público. Mas serve também para dar aquele higienizada na bandeja e poltronas do avião, mesas muito sujas de lanchonete, etc.
Esses foram alguns dos produtos de farmácia para crianças que eu achei por lá e aprovei, mas tenho certeza que existem muitos outros itens que valem à pena. Se você quiser aumentar a lista, fique à vontade para deixar a sua dica aqui embaixo nos comentários!
Importante ressaltar que é necessário checar os rótulos sempre, principalmente para ver se a criança pode ter alergia a alguma substância do produto em questão. Uma dica bem interessante para te ajudar na tradução de rótulos (e cardápios rs) ali bem na hora da compra é usar o aplicativo Google Tradutor no celular (disponível na Apple Store e no Google Play). Abrindo o app, não escreva nada e clique no ícone da câmera fotográfica à esquerda, logo abaixo do campo para digitar. O aplicativo vai ter acesso à câmera fotográfica. Agora é só focar no rótulo que o aplicativo vai traduzir instantaneamente as palavras que você alinhar! Não é mágica, é tecnologia (rs)!
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