Acho que poucas mães passam batido pela fase da maternidade de sentir-se perdida no mundo.
Onde estou, o que eu sou, o que eu vou fazer?
Quem nunca se perguntou isso depois de ter filhos?
O sentimento de desnorteio após a chegada dos filhos é mais comum do que pensamos. Foto: freeimages.com
Eu também dei uma travada e confesso que estou começando a me reencontrar só agora, com filhos de 5 e 3 anos, sobre o que eu sou e o que eu quero.
Mas dá para entender o motivo de tanta confusão… Depois da maternidade, a nossa vida ganha um novo sentido, não é? De repente, o que importava antes, não faz o menor sentido agora. E cabe a nós conseguirmos nos adaptar a essa nova vida. Isso pode levar alguns meses… Ou anos! E tudo bem! Se você está passando por essa fase de se sentir perdida, acredite: você não está sozinha! A amiga do lado deve estar passando pelos mesmos questionamentos que você!
Já vi dezenas de mães que mudaram radicalmente as suas vidas depois do nascimento dos filhos, seja no campo profissional, afetivo ou social. E é por tanta movimentação desse universo materno, que eu andei buscando uma resposta para esta questão.
Por que essa nossa inquietação?
A psicóloga especialista em pré-natal, doula e educadora perinatal Luciana Rocha afirma que ter esse sentimento de desnorteio é mais comum do que pensamos. Ela falou uma frase super impactante e que é a mais pura realidade:
“Ninguém sai impune da maternidade”.
E olhem que interessante que a psicóloga Luciana Rocha falou! Ela afirmou que essas transformações são mais intensas nas mulheres que buscam exercer uma maternidade mais consciente. Ufa, me senti melhor até (rs). Quer dizer…a gente sofre tanto por estar tentando dar o melhor de si!
Luciana Rocha completa: “A mulher revisita a sua própria história, a sua própria identidade e não se reconhece mais. Junto com o bebê, revive suas angústias, suas feridas internas, suas fragilidades e seus medos. E precisa se reinventar em cima disso tudo. Esse processo não é nada fácil. É um tempo de um retiro, de autoconhecimento intenso e de conhecimento do filho. Nesse processo, alguns valores, princípios, prioridades e importâncias mudam de lugar na vida da mulher. E enquanto a mulher precisa reorganizar isso tudo, a retomada da vida vai ficando como segundo plano, por isso, essa sensação de desnorteamento ou de não mais pertencimento. Alguns sentidos da vida mudam de lugar, de intensidade, de tom. Nesse sentido, ninguém sai impune da maternidade. Algumas pessoas vivenciam essa transição e renascimento com mais leveza, outras com mais pesar. Mas todas são impactadas por essas transformações. E mais intensamente as que buscam exercer uma maternidade mais consciente.
Conforme essas mudanças vão sendo incorporadas, os papéis vão sendo retomados naturalmente. Algumas vezes, se busca o retorno desses papéis como fuga da angústia enfrentada nesse renascimento, e a sensação de desnorteamento vem com mais intensidade. Ou, algo muito comum em nossa realidade brasileira, as mães são obrigadas a reassumirem determinados papéis, independentemente de estarem emocionalmente preparadas, e a sensação de desnorteamento ou estranheza, de abandono e culpa, vêm com mais intensidade”, finaliza a psicóloga e educadora perinatal.
Para as mulheres que estão passando por essa fase de questionamentos internos, a dica é dividir experiências e anseios com outras mães. “Poder trocar os sentimentos e emoções experimentados livre de julgamento, ajuda muito. Permitir esse profundo mergulho em si”, completa a psicóloga Luciana Rocha. Procurar um psicólogo perinatal também pode ajudar bastante.
Você também teve esse sentimento de desgoverno após a maternidade? Já conseguiu se reencontrar?
Compartilhe a sua experiência comigo! Estou preparando um post sobre “como se sentir uma mãe bem sucedida nos dias atuais”. Você se acha uma mãe bem sucedida? Me escreva! todasasmaes@gmail.com e vamos trocar ideias!
Imaginem a cena: filho de 5 anos, agitadíssimo, daqueles que escalam até poste, cai e fratura o pulso. Gesso no braço por 20 dias!! 20 dias sem poder jogar futebol, fazer natação, treinar kung fu, fazer aulas de circo. Além de tudo, deveria maneirar nas atividades físicas, como correr e pular para não correr o risco de cair.
Esse é o meu filho! Ele ama praticar e se movimentar, mas sinceramente eu não sabia o quanto a falta destas atividades físicas poderia fazer tanta diferença na vida dele. Lá pelo décimo dia de gesso, ele não dormia bem, parecia estar sempre entediado e não tinha sono. No dia anterior ao retorno ao ortopedista (ele sabia que tiraria o gesso), estava empolgado, mas não pelo fato de ficar com o braço livre e, sim, por saber que voltaria a praticar esportes!
O filho, ansioso para voltar a praticar exercícios, fez esse desenho 1 dia antes de tirar o gesso <3
Foi então que procurei um especialista para saber mais sobre a relação esportes x crianças e contar para vocês. Que movimentar o corpo faz bem, a gente já sabe! Mas eu queria entender por que a falta de atividades físicas pode mexer tanto com o bem estar de uma criança e, principalmente, como manter esse interesse pelas atividades físicas para a vida toda!
Conversei com Cristiano Parente, professor e coach de educação física, eleito em 2014 o melhor personal trainer do mundo em concurso internacional promovido pela Life Fitness. Ele afirma que é muito importante que as crianças pratiquem atividades físicas desde cedo. E para quem tem um “220 V” em casa, como o meu filho, o professor dá a dica: “As crianças mais ativas se desenvolvem com mais facilidade, melhor, com mais habilidades e capacidades e aí vai se desenvolver em ambientes sociais e emocionais de outra forma, conseguindo interagir melhor com outras pessoas. Por tudo isso, é muito interessante incentivar a prática de atividade física desde cedo até mesmo para direcionar toda essa energia que as crianças têm”.
“O ideal é que se pratique todos os dias um pouco de exercício, um pouco de movimento. Num dia pode ser a caminhada até a escola, noutro dia pode ser fazer uma aula de alguma modalidade, noutro pode ser brincar no prédio. Diariamente deve ter um momento, que seja de meia hora ou uma hora, dedicada ao movimento”. Foto: freeimages.com
ESPORTES x ATIVIDADES FÍSICAS
É importante saber diferenciar esporte de atividade física. “O esporte será uma atividade mais competitiva e que vai levar o filho a aprender ou desenvolver uma habilidade em um jogo que tenha competição. Isso é diferente de colocar a criança para praticar diversas atividades ou movimentos que não sejam diretamente relacionados ao esporte”, afirma Cristiano Parente. “Já para o que a gente chama de atividades físicas em geral, ela serve para quase todas as crianças. Aprender movimentos, aprender habilidades, criar uma cultura de ser saudável, da necessidade de se ter movimentos todos os dias da vida”, completa.
ESCOLAS E COMPETIÇÃO
Sobre o papel da educação física nas escolas, Cristiano Parente levantou uma questão muito séria, que confesso nunca ter pensado a respeito. Se está na nossa genética cognitiva e emocional a necessidade de movimentos, por que será que em determinado momento da vida as crianças começam a se desinteressar pela atividade física? Porque chega uma hora na escola que as crianças se dividem entre os que gostam de educação física e os que não gostam, né? Eu era uma dessas pessoas que odiava! O professor esclarece: “Na escola deve-se tomar cuidado se os jogos não são muito competitivos ou se usa estratégias e atividades excludentes (como a queimada, onde a criança toma uma bolada e é eliminada do jogo), o que traz um clima de estresse e competição de modo que as menos habilidosas se sentem piores que as outras. Cuidar para que seu filho tenha um corpo saudável e que ele não participe de situações de competição precocemente porque eles podem desistir da prática de atividade física”.
“Todas as crianças podem desenvolver habilidades nas mais diversas modalidades. Umas terão mais facilidade em uma ou outra atividade”. Photo credit: xtalx via VisualHunt.com / CC BY-NC-SA
A entrevista que fiz com o professor e coach de educação física Cristiano Parente está muito interessante e nos faz refletir sobre as atividades físicas no dia a dia da criança e entender como a prática na infância pode refletir na vida adulta. Confiram!
Como mãe de um menino de 5 anos, agitado e peralta, o coloco para praticar esportes para gastar essa energia que as crianças têm de sobra e para ele parar de escalar o sofá em casa (rs). Acredito que essa cena seja igual em muitas casas. Mas em quê exatamente a criança está se beneficiando ao praticar um esporte? Como o esporte pode ajudar no desenvolvimento da criança?
Primeiro, é preciso entender que o esporte será uma atividade mais competitiva e que vai levar o filho a aprender ou desenvolver uma habilidade em um jogo que tenha competição. Isso é diferente de colocar a criança para praticar diversas atividades ou movimentos que não sejam diretamente relacionados ao esporte.
Então, a ideia para se colocar no esporte é para crianças competitivas, que gostam da competição, de medir forças, crianças que tenham esse perfil. Quais os benefícios disso? O menino fazendo uma atividade que goste, que tenha prazer, fará com que ele se envolva com aquilo de forma a aprender, melhorar e gastar ainda mais energia dentro daquela modalidade específica.
Já para o que a gente chama de atividades físicas em geral, ela serve para quase todas as crianças. Aprender movimentos, aprender habilidades, criar uma cultura de ser saudável, da necessidade de se ter movimentos todos os dias da vida. Quando isso acontece desde os primeiros anos de vida, a criança cresce com o hábito muito mais embutido na vida dela do que quando começa mais tarde, como um adulto ou mesmo um adolescente.
Então, é superimportante que se comece a fazer atividade física logo cedo para primeiro criar essa cultura, depois para desenvolver o organismo de maneira mais saudável, lembrando que as crianças mais ativas se desenvolvem com mais facilidade, melhor, com mais habilidades e capacidades e aí vai se desenvolver em ambientes sociais e emocionais de outra forma, conseguindo interagir melhor com outras pessoas. Por tudo isso, é muito interessante incentivar a prática de atividade física desde cedo até mesmo para direcionar toda essa energia que as crianças têm.
Crianças adoram movimento, correr, pular, se exercitar. Mas alguns vão crescendo e perdendo o interesse nos esportes. Em que momento da infância devemos estar mais atentos para a perda do interesse pela atividade física? E o que devemos fazer para estimular nossos filhos a se exercitarem?
As crianças começam a fugir do movimento quando elas são colocadas em situações emocionalmente ruins para elas. Porque enquanto ela está fazendo uma atividade que tenha prazer, onde ela não está sendo colocada em segundo plano, onde ela perde um jogo ou uma competição, ou seja, se sentindo bem, ela ali permanecerá.
Quanto à necessidade que bebês e crianças têm de se movimentar, está diretamente relacionada com o próprio histórico genético do ser humano. Está na nossa genética cognitiva e emocional a necessidade de repetir os movimentos para ficar bom neles – Como exemplo, você dá algo na mão de um bebê e ele o arremessa inúmeras vezes, repetindo o movimento incansavelmente.
É meio instintivo nos movimentarmos. A questão é que a gente vai criando algumas situações sociais e emocionais que colocam as crianças diante de sensações ruins. Por exemplo, o menino vai para um jogo onde ele não é muito habilidoso e aí ele perde uma, duas, três vezes até se desmotivar a dar sequência naquela modalidade, até por não saber como melhorar. Isso, inclusive, é um papel da educação física escolar, ensinar para as crianças como elas podem se desenvolver em cada uma das habilidades. Desde pequeno, todas as crianças podem desenvolver habilidades nas mais diversas modalidades. Umas terão mais facilidade em uma ou outra atividade, o que determinará isso são inúmeros fatores como equilíbrio ou o fato de ter maior contato com aquela modalidade.
Então, os pais devem estimular ao máximo o desenvolvimento de habilidades de seus filhos desde cedo, nas mais diversas situações, para que eles se desenvolvam e cresçam com maiores habilidades, de modo que elas consigam participar socialmente dos eventos sem passar por situações e sensações ruins, porque são essas sensações que fazem as crianças se distanciarem.
Para isso, o primeiro momento a se preocupar é quando inserir as crianças nas instituições relacionadas com atividade física, se é uma instituição que preconiza a competição, que pode ser um problema se você tem um filho e não almeja que ele se transforme num atleta olímpico. Se quer apenas que ele seja saudável e goste de praticar uma atividade física elas devem ficar longe desses locais de competição. Pelo menos até completarem dez anos de idade, até sentir que seja possível inseri-las em ambientes de competição sem grande estresse.
Por outro lado, se quer fazer dele um atleta, aí sim deve colocá-lo nesse tipo de instituição cedo, já a partir dos três ou quatro anos de idade, de preferência para se dedicar em uma determinada modalidade e se aperfeiçoar desde cedo.
Então, na escola deve-se tomar cuidado se os jogos não são muito competitivos ou se usa estratégias e atividades excludentes (como a queimada, onde a criança toma uma bolada e é eliminada do jogo), o que traz um clima de estresse e competição de modo que as menos habilidosas se sentem piores que as outras. Também deve cuidar da questão corporal, evitando que a criança se descuide e fique acima do peso desde pequena, o que tornará pior seu desempenho nos exercícios físicos, o que gerará sensações ruins a ele e, consequentemente, seu afastamento da atividade. Cuidar para que seu filho tenha um corpo saudável e que ele não participe de situações de competição precocemente porque eles podem desistir da prática de atividade física.
A educação física nas escolas é suficiente e satisfatória hoje em dia?
Não, não é suficiente nem satisfatória porque a hora de educação física nas escolas não deveria ser a hora de praticar, mas de estudar, entender, aprender e saber como o corpo funciona, porque deve-se praticar diariamente os exercícios, quais são os movimentos, os músculos, enfim, entender como é o corpo para saber qual é a real necessidade dela fazer exercício. Esse seria o momento ideal da aula de educação física.
A quadra deveria servir como recurso eventual, para experimentar e colocar em prática aquilo que se aprendeu e aí sim, num momento fora da grade curricular, fora da aula de educação física, cada criança escolher o jogo, a habilidade, o movimento que lhe é mais interessante.
A aula seria o lugar para primeiro aprender e só depois, talvez, experimentar um pouco de cada movimento, e jamais numa situação competitiva.
O momento da aula de educação física escolar deveria ser usado para se criar bagagem e aprendizado. Somente fora desse momento de aula e já com esse conhecimento a criança escolheria qual habilidade ela quer seguir e participar, independentemente da modalidade.
Isso, aliás, não importa. O que importa é que cada um tem o direito de escolher qual tipo de atividade gosta, simpatiza mais e tem mais interesse. Nesse momento, então, a educação física escolar já cumpre seu papel, entrando aí a educação física não escolar, nos ambientes fora da escola.
Quantas vezes por semana é o ideal para uma criança praticar uma atividade física?
O ideal é que se pratique todos os dias um pouco de exercício, um pouco de movimento. Num dia pode ser a caminhada até a escola, noutro dia pode ser fazer uma aula de alguma modalidade, noutro pode ser brincar no prédio. Diariamente deve ter um momento, que seja de meia hora ou uma hora, dedicada ao movimento. Os pais devem deixar a criança brincar, se movimentar, interagir para ela poder se acostumar com isso durante toda a infância, chegando na adolescência já com esse hábito, de modo que alcance a fase adulta com esse conceito de movimento tão embutido que o indivíduo siga uma vida ativa, definitivamente longe do sedentarismo.
Para as crianças, essa prática de atividade física diária deve ter o máximo de variabilidade possível, deixando ela entender e vivenciar diversas situações para ela procurar a atividade que ela se sinta mais confortável, competente e integrada, lembrando que o ambiente que gera essa cooperação é muito mais interessante daquele que gera competição.
*Cristiano Parente é professor e coach de educação física, eleito em 2014 o melhor personal trainer do mundo em concurso internacional promovido pela Life Fitness. É CEO da Koatch Academia e do World Top Trainers Certification, primeira certificação mundial para a atividade de educador físico.
Em um dos seminários da Pais&Filhos que estive presente, a Mônica Figueiredo, diretora editorial da revista, brincou sobre a quantidade de blogueiras de maternidade que existe hoje em dia: “nasce um bebê, nasce um blog”. Todas nós rimos, pois essa é a mais pura verdade! Existem centenas ou milhares de blogs de maternidade que falam sobre a experiência de ser mãe. E não é à toa que as mães blogueiras viraram novas influenciadoras digitais.
Neste mês, a agência Youpper publicou um estudo inédito sobre mães, influência e consumo. De acordo com a pesquisa, 75% das mães brasileiras que acessam a internet, buscam informações sobre experiências reais que envolvem o universo maternal, os blogs, fóruns, redes sociais etc. O estudo apontou que não são as marcas diretamente que influenciam as mães, mas principalmente as vivências das mães com as marcas que determinam o consumo de produtos pelas mulheres que vivenciam a maternidade.
O difícil, para nós, blogueiras, não é criar um blog. O difícil é manter um blog, e com qualidade! Faço o Todas as Mães com o maior carinho e respeito, com o objetivo de fazê-lo crescer a cada ano. Escrevo pensando nas mães leitoras, sem deixar a minha essência e meu objetivo, que é compartilhar experiências, desabafos e novidades. É um trabalho de formiguinha, com muita paciência e perseverança. Não quero ganhar seguidoras… quero conquistar amigas. Por isso, sigo meu caminho, escrevendo com muito amor e dedicação, pois é isso que me faz feliz! AMO, amo demais quando leio um comentário de alguma mãe dizendo que meu texto a ajudou de alguma forma! Ou quando uma entrevistada/especialista convidada recebe elogios através do blog. AMO o que faço porque eu aprendo também, e ainda tenho muito o que aprender – tanto sendo mãe quanto blogueira rs
Esse é o pôster que fica na minha mesa representando o meu amor pela escrita <3
E hoje, conversando com a minha mãe sobre me dedicar a um blog de maternidade, perguntei:
“Eita, e quando meus filhos crescerem? Minha carreira vai acabar hahaha?”
É claro, que não, respondeu minha mãe. “A gente sempre tem o que falar quando o assunto são filhos, não importa a idade. Não é porque sou avó que deixei te ver como minha filha”, disse a sábia da minha mãe . Então tá! Mãe e filha decidiram já deixar prontas algumas pautas para o meu blog daqui uns 20, 30 anos. Porque pelo que estou entendendo da maternidade, a preocupação com os filhos não acaba nunca, nem com o passar dos anos…
10 pautas para blogs de maternidade daqui a 30 anos
Explicando para os filhos que não existia internet, Netflix e nem celular quando você nasceu. Sim, filho, eu já fui xóvem
Educação e aulas de história: vale a pena contratar professor particular? Porque né… com a situação do Brasil fica difícil ter nota acima da média sem aula de reforço
Síndrome do ninho vazio, como enfrentar 🙁 Nossa hora vai chegar 🙁
Almoçando com a nora (especial com 3 posts e entrevistas com especialistas) Não gostei dela…
Dicas infalíveis para acabar com a farra do sumiço do tupperware Quem nunca?
Almoço de domingo: sim, eles podem lavar a louça mesmo estando na sua casa! Vamo botar esses marmanjo pra trabalhá!
“Quando serei avó?” e outras perguntinhas que meus filhos não gostam que eu faça. Mãe sendo mãe
Ela não me ligou no fim de semana …será que minha filha está se afastando de mim?” Essa “pauta” foi sugerida pela minha mãe. Não, mãe, não estamos nos afastando rs
Posso apresentar A Galinha Pintadinha aos netos? Sempre fiz isso com meus filhos e eles aí, criados e vivos! Na dúvida, a gente pergunta
Transmissão 7D e holografia: confira a lista com os 5 melhores apps para estar em contato com os filhos e netos à distância Acho que vou publicar essa em 5 anos
É, gente… mães quando se juntam tem assunto de sobra, mesmo daqui 20, 30 anos!
Todo mundo acha que quando o segundo filho vem, tudo é mais fácil, afinal de contas você já sabe o que é ter um filho, já sabe o que é ser mãe.
Bom, é verdade, o segundo filho, salvo algumas exceções, vem sem grandes novidades. Você já é mãe, já sabe o que vem pela frente, já passou pelas fases de desenvolvimento do primeiro filho. Mesmo que o intervalo entre os dois seja de poucos meses ou vários anos. A experiência de ser mãe você já tem e isso não vai mudar.
O que mudou para mim foi o modo com que encarei a maternidade. Como foram gestações sem sustos de saúde, levei a segunda gravidez de um jeito mais leve, se me preocupar tanto (e sem ler tantos livros “gravidez mês a mês”). Mas isso é ruim também. Me pergunte se eu fiz o “livro do bebê” da minha caçulinha, com tooodos aqueles detalhes do nascimento?! Quando ela crescer e descobrir isso, aposto que vai ficar #chateada :/
No final da primeira gravidez, evitava carregar peso e fazer muito esforço. No final da segunda gravidez eu carregava o primogênito no colo (na época com 2 anos) pra cima e para baixo. Não que isso fosse indicado, mas não tinha o que fazer!
Na amamentação do Teodoro – que foi até 1 ano e 1 mês – eu sentava calmamente na minha poltrona branca de couro, colocava uma musiquinha suave, deixava só a luz do abajur acesa e ele mamava tranquilamente. Com a Alice não teve esse romantismo todo em torno da amamentação. Ela mamava enquanto o irmão pulava em cima de mim querendo brincar ou enquanto eu dava bronca de longe falando que ele não podia colocar a mão na tomada ou enquanto ele tinha seus ataques de birra típicos do terrible two! Hahaha
Se por um lado a caçula não desfrutou de momentos tranquilos na amamentação, por outro lado ela teve a chance de ter o irmão o tempo todo estimulando seu desenvolvimento. Por mais caretas que você faça, não existe nada mais engraçado para um bebê do que outra criança. Eles se divertem juntos desde os primeiros meses!
É interessante também notar que não só você e a sua mentalidade mudam entre uma gravidez e outra… as recomendações mudam e nem precisa voltar muito no tempo, não. Quando meu filho mais velho nasceu, há 5 anos, alguns pediatras e azamigas diziam que o bebê deveria dormir desde o primeiro dia de vida no berço dele para se acostumar a dormir sozinho. Naquela época o livro “Nana, Nenê” fazia o maior sucesso sugerindo o método de deixar o bebê chorando sozinho no berço em intervalos controlados até o seu filho aprender a dormir. Pegar no colo era um erro!
Eu não segui esse método, não existia a menor possibilidade de eu ouvir o meu filhote chorando e deixá-lo sozinho desamparado. Mas que fez um sucesso entre muitas mães da época, isso fez.
Já quando a Alice nasceu, há 3 anos (diferença de 2 anos entre um e outro), esse método de deixar o bebê chorando já tinha sido muito questionado e abandonado pelas mães. E começou a surgir por aqui o berço de co-sleeper, aquele bercinho para colocar do lado da cama da mãe. Hoje em dia a Academia Americana de Pediatria recomenda que o bebê durma no quarto dos pais até um ano de vida. E esse berço co-sleeper, até então caro e dificílimo de ser achado, é bem mais comum hoje em dia nas lojas de móveis.
Isso sem contar com as mudanças mais que necessárias nas recomendações de parto cesariana, de acordo com as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2015. O incentivo ao parto normal mudou drasticamente de poucos anos para cá, embora ainda esteja aquém do ideal – em 2016, 55% dos partos foram através de cirurgia cesariana, segundo o Ministério da Saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que apenas 15% dos partos sejam cesários.
Ou seja, a sua cabeça em relação à maternidade também muda de acordo com o meio que você está vivendo. Tem muito de uma questão histórica e cultural. Isso explica quando os mais velhos insistem em dizer “na minha época não era assim”… Dá para entender, né? (Só não precisa seguir todas as indicações do tempo da vovó hihihi).
Mas das coisas que não mudam, consegui listar algumas facilidades e dificuldades de ter o segundo filho:
Facilidades
– aproveitar roupas, uniformes, móveis e acessórios do primeiro filho – mesmo que de sexos diferentes.
– você já tem bastante experiência na troca de fralda
– não precisa se descabelar para encontrar um pediatra para o seu segundo filho, você já tem um.
– já tem opinião formada sobre dar vacina no posto de saúde ou na clínica particular.
– já sabe em qual escolinha/ creche vai colocar o(a) segundinho(a)
– eles brincam juntos. Bastante! E você vai se derreter de amor quando presenciar uma cena de carinho, que não são poucas <3
Dificuldades
– dependendo da diferença de idade entre os filhos – no meu caso 2 anos – você passa cerca de 5 anos trocando fraldas e mais fraldas. E se os 2 usarem fraldas ao mesmo tempo, os gastos com farmácia sobem assustadoramente.
– um acorda, o outro acorda também :/ Mesmo que seja 5h da manhã!
– eles brigam. Bastante! E você será sempre a juíza de pequenas causas. Minúsculas causas, na verdade.
– virose: um pega, o outro pega também. Mas pelo menos quando o segundo fica doente, você já sabe o que está por vir.
– Se com um filho você já ouvia o chamado “mãe” 467.873 vezes, esse número vai dobrar com dois filhos. Com três filhos, eu andaria com um fone de ouvido! Hihih brincadeira (não, não é brincadeira).
São inúmeras facilidade e dificuldades, eu diria até incontáveis!
Você me ajuda a aumentar essa lista?
Quais são as maiores facilidades e dificuldades de ser mãe de dois (ou mais)?
Comente aqui e marque as suas amigas para comentarem também!
Quem nunca teve um dia assim em casa que atire a primeira pedra:
As pessoas que frequentam a minha casa sabem que não sou exemplo de organização… Minha casa é uma bagunça sem fim! Mas eu tento, juro que tento! Acho que o mais difícil não é arrumar a casa, e sim ensinar as crianças a guardarem os brinquedos e roupas em seu devido lugar. Parece que a gente fica o dia inteiro atrás deles catando brinquedo pelo chão e repetindo: guarda isso, guarda aquilo…
Na minha opinião, o mais CHATO é organizar essas pequenas peças e partes de brinquedos que você não faz nem ideia de onde esteja o restate :/
Eu já dei uma entrevista para o Jornal da Cultura sobre a autonomia e independência das crianças em casa (clique aqui para assistir). Apesar de estar tudo sempre à beira do caos, insisto que eles participem do funcionamento da casa. Mesmo que não arrumem do jeito que a gente quer (e não vão arrumar), ainda assim é de extrema importância que eles sejam inseridos na rotina de organização dos brinquedos e pertences.
E para tornar essa tarefa um pouco mais simples para eles, fiz algumas mudanças na minha casa, criando alguns espaços específicos para eles guardarem seus pertences. Um exemplo: logo na entrada tem um móvel de marcenaria que possui um nicho para cada criança. Na volta da escola eles sabem o lugar correto de guardar as mochilas. Óbvio que nem sempre eles guardam e na maioria das vezes largam no meio da sala… Mas acredito que com paciência e persistência o ato de guardar e organizar vai (um dia) fazer parte do dia a dia deles.
O móvel com os nichos para as mochilas foi a mudança mais “radical”, já que eu tive que encomendar com um marceneiro. Mas outras ideias foram adaptadas aqui em casa e são super fáceis, como os ganchinhos auto colantes para pendurar os casacos e a sapateira para guardar os bonecos.
Confiram algumas ideias que apliquei em casa que acredito que estimulem a autonomia e organização nas crianças. Dica importante: para eles aprenderem a guardar suas coisinhas, tudo deve estar na altura deles. Nada de pegar banquinho ou cadeira para alcançar… Pode ser perigoso.
E se você tiver alguma sugestão, não deixe de contar aqui!
No quarto, os bonecos e heróis são guardados nas sapateiras de lona que ficam penduradas atrás da porta, sem ocupar espaço. Tudo na altura das crianças.Fixei ganchinhos na parede, na altura das crianças, para pendurar os casacos. Na hora de sair de casa, eles conseguem pegar os casacos (e boné) sozinhosNa cozinha grudei esse painel/ lousa para me ajudar na rotina do dia a dia. Também fixei ganchos para pendurar as lancheiras da escola. Mais uma vez, na altura das crianças para eles conseguirem pendurar sozinhos.Cada um tem uma escrivaninha para fazer seus trabalhinhos e brincarNa parede, fixei com fita dupla face clipes coloridos para pendurar os desenhos e artes das crianças
Como estão as férias escolares aí na sua casa? Por aqui está bem agitado, com muitos passeios, brincadeiras e horários um pouco mais flexíveis.
Mas fiquei na dúvida: será que dá para deixar os filhos irem para a cama mais tarde e acordarem quando quiserem só porque estão de férias ou é melhor seguir a rotina de sempre? E quando a família está viajando, será que tudo bem dar aquela avacalhada nos hábitos do bebê?
Fui atrás da equipe da Maternity Coach, serviço de consultoria do sono infantil, para esclarecer a questão do sono nas crianças x mudança de rotina nas férias. A resposta está muito interessante e nos dá uma boa orientação sobre a melhor forma de lidar com essa “bagunça” das férias.
Confiram o que a equipe da Maternity Coach escreveu para o Todas as Mães:
“Pela nossa experiência, o exagero não é o melhor caminho. Não é necessário manter uma rotina rígida e engessada, onde não seria possível aproveitar algum passeio ou mesmo evitar uma viagem, porém se o seu filho tem menos de 3 anos, ainda faz sonecas durante o dia ou tem o sono muito sensível (o padrão de sono muda de acordo com a rotina do dia), sugerimos alguns cuidados para evitar noites em claro no retorno das férias.
Todas as nossas funções são reguladas por um ritmo interno do corpo, o relógio biológico e basicamente este relógio nos bebês é regulado por horário de acordar, dormir (de dia e de noite), além da alimentação.
Para não desprogramar este ritmo interno, o ideal é respeitar o quanto é possível os horários de alimentação e sonecas do bebê, mesmo que em ambientes diferentes, com diversas atividades durante o dia. Um bom exemplo são as sonecas: o bebê pode dormir no carrinho ou no colo dos pais durante um passeio. O importante é que durma, para manter seu ritmo interno.
Pular uma refeição ou deixar a criança dormir em horários muito diferentes do normal pode exigir um grande esforço e paciência dos pais para regular novamente o ciclo biológico da criança.
Por isso, nossa dica é aproveitar muito as férias, fazer coisas diferentes e curtir a companhia dos filhos, mas sempre seguindo horários regulares para garantir noites de sono restauradoras e saúde equilibrada.
Assim, na volta das férias fica mais fácil de voltar à rotina escolar, sem alterações bruscas no padrão de sono e alimentação”.
Quando percebi, estávamos no meio da multidão, sem saída naquele empurra empurra que nem sei como eu aguentei! as pessoas tinham que dar espaço para o trio elétrico passar e com isso espremia todo mundo contra um alambrado de um estacionamento. eu era uma dessas pessoas espremidas :/
Gente, eu juro que comecei a olhar para o alambrado pensando em escalar hahaha
E olha que sempre pulei carnaval! Começou a me dar um ataque de ansiedade, pois estávamos presos na multidão, quando vi uma criança de uns 7 anos e a mãe segurando pela mão e falando “a mamãe tá aqui, não solta da minha mão”. Bem, ela estava fazendo super certo, mas me deu uma aflição mãe e filha no meio daquele caos! No caso desses blocos grandes eu acho muito mais seguro ficar mais distante da multidão. Com nossas crianças, todo cuidado é pouco!
Para prevenir qualquer incidente, achei super válidas as dicas que o Grupo GR, empresa de segurança privada, passou e, por isso, reproduzirei aqui. Eu tenho PAVOR só de pensar em ver uma criança perdida!
Photo credit: dharder9475 via VisualHunt.com / CC BY-NC
Normalmente, as crianças não sabem passar informações para ajudar a encontrar seus responsáveis. Por isso, o ideal é que elas tenham uma identificação, como pulseiras ou etiquetas pregadas na roupa com o nome, endereço e telefone dos pais.
Se estiver na praia, mostre para as crianças referências fixas de onde a família está instalada, como uma placa, uma barraca ou um prédio diferenciado.
É recomendável que os pais orientem seus filhos para que eles nunca acompanhem estranhos ou aceitem doces e presentes.
Não é recomendável que crianças carreguem celulares ou câmeras digitais sozinhas para não atrair a ação de criminosos.
A criança deve ser orientada também a reconhecer e buscar ajuda com policiais, casos se sintam perdidas ou assustadas.
Se a criança se perder, a primeira coisa a ser feita pelo responsável é sempre procurar pela administração ou segurança local.
Nas praias, no caso da criança se perder, é importante buscar ajuda com o salva-vidas ou o corpo de bombeiros.
Na maioria dos casos, a prevenção é a melhor solução. Andar de mãos dadas com a criança durante os dias de folia é uma ótima opção. Desta forma, não é possível perdê-la de vista.
E você, tem alguma dica de ouro para garantir a segurança dos filhos em multidões? Comente aqui!
Meu filho usou chupeta até 3 anos e 9 meses. Foi uma decisão dele, sem choros, sem traumas. Estávamos vendo TV, passou uma propaganda de brinquedo e ele disse que queria. Eu, pela milésima vez, disse que o dia que ele largasse a chupeta ele ganharia um patinete. Ele tirou a chupeta da boca, levantou do sofá e disse: não vou mais usar pepeta, vou jogar fora. Com medo de perder uma chupeta novinha (e, consequentemente, 25 reais), me ofereci para “jogar”, mas meu filho insistiu e disse que ele mesmo faria isso. Jogou e não falou mais sobre o assunto.
À noite, na hora de dormir, ficou se revirando bastante na cama, mas finalmente caiu no sono. A madrugada agitada, com choros saudosos da chupeta ficou na minha imaginação, porque ele teve uma noite muito tranquila. E desde então nada mais de chupeta!
MAS a história termina aí? Nããão, claro que não! E é isso que não te contam!!
Para o filho largar a chupeta, a gente encontra centenas de textos por aí com dicas e mais dicas. Até tentei usar algumas, como mostrar a foto de um mendigo sem dente, dizendo que ele usava chupeta e ficou assim :/ Não adiantou nada e ainda fez meu pequeno ter pesadelo, tadinho. Morri de remorso… Ele ficou 1 semana falando nessa foto (#menasmae).
Mas e o pós adeus-pepeta? Aqui, pelo menos, não foi fácil!
Apesar de ter sido uma decisão dele e de o assunto “chupeta” ter simplesmente desaparecido do vocabulário dele, meu filho está passando por uma fase emocional complicada. Eu diria que é uma fase de aprendizado emocional, pois ele não tem mais aquele “porto seguro”, representado pela chupeta.
Antes de largar a chupeta, bastava alguns minutinhos deitada do lado para ele engatar o soninho. Hoje ele luta bastante contra o sono e demora muito mais tempo para dormir.
Quando fica de mau humor ou bravo com alguma coisa, é muito difícil acalmar os ânimos. Muito compreensível, afinal, nesses momentos a chupeta o acalmava. E agora ele tem que aprender a se acalmar sozinho. Só que os dias de mau humor estão bem frequentes e, muitas vezes, durante essas crises, eu já teria oferecido a chupeta a ele.
Aos poucos ele vai se acostumando com esse novo “ele”, vai aprendendo a se acalmar sem o uso da chupeta e, principalmente, reaprendendo a dormir. Enquanto isso, repito o mantra: “paciência, é uma fase, vai passar”.
Se você está passando pela mesma crise que nós, sinto muito, eu não posso te dar “10 dicas infalíveis”. A única coisa que posso te dizer é: “Tamo junto”.
Quero ressaltar que ele não largou a chupeta assim, “do nada”.
Por muito tempo, cerca de 1 ano, nós (o pai e eu) vínhamos falando sobre a chupeta com ele. Que é só bebê que usa, que ele ia ganhar um presente, que os dentes iam ficar tortos, que era para entregar pro Papai Noel, pro coelhinho da Páscoa… enfim, usamos todos os artifícios. Em todos os momentos achei que não estava adiantando de nada. A única coisa que me amparava era saber que ninguém usa chupeta pra sempre, com exceção do personagem Adalto, da novela Avenida Brasil hihihi.
Casa do Papai Noel, em Gramado (RS): Teodoro até que entregou a chupeta, mas se arrependeu depois – não forçamos e ele sabia que tínhamos uma reserva, caso mudasse de ideia. Mas a experiência não foi à toa!
Então tenha paciência e continue insistindo, que uma hora vai! Eu, particularmente sou contra tirar a chupeta da criança sem o consentimento dela. Do tipo: “acabou, a partir de hoje você não tem mais chupeta”. Acho que tem que partir da criança. Mas cada mãe sabe o que é melhor para o(a) filho(a).
Tomara que toda essa experiência sirva com a minha caçula, pois muito em breve terei que tirar dela também. Segundo a fonoaudióloga que atende meu filho (sim, ele teve um pequeno atraso na pronúncia de alguns sons devido ao uso da chupeta), o limite de uso é até os 2 anos.
E aí na sua casa, como foi tirar a chupeta dos filhos? Fácil? Muito choro? Compartilhe a sua experiência!
Atualização:
Escrevi esse texto há algumas semanas e é com muita felicidade que conto que essa fase de sono ruim, mau humor e dificuldade para se acalmar está passando de verdade! 🙂