Mês: julho 2016

  • A difícil tarefa de arrumar a mala das crianças para viajar

    A difícil tarefa de arrumar a mala das crianças para viajar

    Viajar em família bom demais, mas arrumar a mala das crianças é uma tarefa que demanda paciência!criança em cima da mala

    Roupa de calor caso faça calor, roupa de frio caso faça frio, mantinha, travesseiro, roupa de banho, fralda, fralda para nadar, roupão, farmacinha com os remédios mais importantes, nécessaire com escova de dente, pente e até uma tesourinha de unha (nunca se poder uma oportunidade de cortar a unha rs), shampoo e sabonete infantil, meias, tênis, chinelinhos, leite em pó, mamadeira, biscoitinhos para comer no caminho, frutas (banana sempre é mais fácil), aquele brinquedo preferido do momento ou qualquer outro objeto que mantenha a criança entretida por alguns minutos e…. UFA… ACHO que a mala está pronta!

    Olha, eu adoro viajar com meus filhos, mas não posso negar que dá um trabalhão arrumar a mala!  Aí sempre aparece alguém falando: “ai que exagero, é ‘só’um fim de semana”. Só que gente… arrumar uma mala de bebê/ criança para um fim de semana dá o mesmo trabalho para uma viagem de 10 dias! A única coisa que muda nesse caso é a quantidade de roupas (e o tamanho da mala), pois os itens são os mesmos citados no começo do post!

    Oi, alguém disse “arrumar as malas”?

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    Eu, pelo menos, tenho uma baita preguiça de arrumar a mala dos meus filhos, ainda que muuuuitos itens não preciso levar mais. Hoje, por exemplo, o horário de alimentação deles é mais flexível – diferente do bebê que está em fase de introdução alimentar (e aí soma-se à mala uma lancheira térmica com papinha, colherzinha, mil guardanapos, babador, paninho de boca etc). Também não preciso mais me preocupar em esterilizar mamadeiras!

    Mas mesmo assim, não abro (e nunca abri) mão de um rápido fim de semana na praia com as crianças, mesmo que eu leve um dia inteiro para arrumar as malas (2 dias, caso eles me ajudem haha) e 1 semana para desarrumar (rs).

    E sim, sempre haverá um item que você esquecerá em casa, é fato! Ou então você vai ter colocado muita roupa de calor ou muita roupa de frio… sempre o contrário da temperatura que está fazendo.

    Mas vale à pena? Siiiimmmm, vale muito!! Então bora arrumar essa mala e pé na estrada!

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    Leia também:
    Dicas na hora de arrumar a mala
    Farmacinha em viagem com crianças: o que levar
  • Férias escolares: faz mal deixar as crianças dormirem até tarde neste período? Como lidar com a mudança na rotina?

    Férias escolares: faz mal deixar as crianças dormirem até tarde neste período? Como lidar com a mudança na rotina?

    Como estão as férias escolares aí na sua casa? Por aqui está bem agitado, com muitos passeios, brincadeiras e horários um pouco mais flexíveis.

    Mas fiquei na dúvida: será que dá para deixar os filhos irem para a cama mais tarde e acordarem quando quiserem só porque estão de férias ou é melhor seguir a rotina de sempre? E quando a família está viajando, será que tudo bem dar aquela avacalhada nos hábitos do bebê?

    bebe de óculos
    Oh dúvida: deixar os pequenos dormirem tarde só porque estão de férias ou manter os horários de sempre? / © Kingvald | Dreamstime.com – Boy With Sunglasses Photo

    Fui atrás da equipe da Maternity Coach, serviço de consultoria do sono infantil, para esclarecer a questão do sono nas crianças x mudança de rotina nas férias. A resposta está muito interessante e nos dá uma boa orientação sobre a melhor forma de lidar com essa “bagunça” das férias.

    Confiram o que a equipe da Maternity Coach escreveu para o Todas as Mães:

    “Pela nossa experiência, o exagero não é o melhor caminho. Não é necessário manter uma rotina rígida e engessada, onde não seria possível aproveitar algum passeio ou mesmo evitar uma viagem, porém se o seu filho tem menos de 3 anos, ainda faz sonecas durante o dia ou tem o sono muito sensível (o padrão de sono muda de acordo com a rotina do dia), sugerimos alguns cuidados para evitar noites em claro no retorno das férias.

    Todas as nossas funções são reguladas por um ritmo interno do corpo, o relógio biológico e basicamente este relógio nos bebês é regulado por horário de acordar, dormir (de dia e de noite), além da alimentação.

    Para não desprogramar este ritmo interno, o ideal é respeitar o quanto é possível os horários de alimentação e sonecas do bebê, mesmo que em ambientes diferentes, com diversas atividades durante o dia. Um bom exemplo são as sonecas: o bebê pode dormir no carrinho ou no colo dos pais durante um passeio. O importante é que durma, para manter seu ritmo interno.

    Pular uma refeição ou deixar a criança dormir em horários muito diferentes do normal pode exigir um grande esforço e paciência dos pais para regular novamente o ciclo biológico da criança.

    Por isso, nossa dica é aproveitar muito as férias, fazer coisas diferentes e curtir a companhia dos filhos, mas sempre seguindo horários regulares para garantir noites de sono restauradoras e saúde equilibrada.

    Assim, na volta das férias fica mais fácil de voltar à rotina escolar, sem alterações bruscas no padrão de sono e alimentação”.

  • Entrevista Jornal da Cultura: quando as crianças ajudam em casa

    Entrevista Jornal da Cultura: quando as crianças ajudam em casa

    Nesta semana a equipe do Jornal da Cultura veio em casa para gravar uma reportagem sobre a importância de incluir pequenas tarefas e responsabilidades no cotidiano das crianças, sempre respeitando as limitações de cada idade.

    Inserir atividades domésticas no dia a dia dos filhos faz nossos pequenos entenderem o funcionamento de uma casa e, acima de tudo, os coloca como participantes e não como meros espectadores. Essa atitude vai ajudá-los a desenvolver autonomia, independência e confiança.

    Eu amei participar e, inclusive, foi a segunda vez que dei meu depoimento sobre maternidade na TV.

    Espero que vocês gostem da reportagem!

    P.S. Sim, erraram meu nome e colocaram “Cátia Nogueira” rs Tudo bem, pelo menos o Cátia foi com C e ainda com acento (hihihi)

  • Descubra quais são os 10 melhores parques de diversões e aquáticos do Brasil

    Descubra quais são os 10 melhores parques de diversões e aquáticos do Brasil

    O TripAdvisor, site de planejamento e reservas de viagens, publicou a lista dos 10 melhores parques de diversões e aquáticos do Brasil pelo prêmio Travellers Choice 2016. Pelo terceiro ano consecutivo, o Beto Carrero World foi eleito por viajantes do mundo inteiro o parque número 1 do país, além de ter conquistado a primeira colocação entre os 25 melhores parques da América do Sul.

    A seleção é determinada por meio de um algoritmo que leva em conta a quantidade e a qualidade das avaliações de viajantes no TripAdvisor ao longo do período de 12 meses.

    Claudia Martinelli, porta-voz do TripAdvisor no Brasil, ainda dá uma dica boa: “Segundo dados do TripAdvisor, os meses de agosto e setembro são os mais econômicos para os turistas ficarem hospedados nas regiões dos parques vencedores.”

    Entre os 25 melhores parques do mundo, os três primeiros colocados estão localizados em Orlando, na Flórida. São eles: (1) Universal’s Islands of Adventure; (2) Discovery Code e (3) Magic Kingdom. A lista completa dos 25 melhores parques do mundo está no site do prêmio Travellers Choice.

    Já no Brasil, o ranking ficou assim:

    1. Beto Carrero World (parque de diversões) – SC

    Beto Carrero World

    2. Beach Park (parque aquático) – CE

    Beach Park

    3. Hot Park (parque aquático) – GO

    Hot Park

    4. Eco Parque Arraial d’Ajuda (parque aquático) – BA

    ecoparquearraial

    5. Parque Terra Mágica Florybal (parque de diversões) – RS

    florybal_homens de pedra

    6. diRoma Acqua Park (parque aquático) – GO

    di roma acqua park

    7. Alpen Park (parque de diversões) – RS

    Alpen Park

    8. Acqua Lokos (parque aquático) – RS

    Acqua Lokos

    9. Aldeia do Papai Noel (parque de diversões) – RS

    Aldeia do Papai Noel

    10. Parque Aquático Cascanéia (parque aquático) – SC

    parque aquatico cascaneia

    Dos 10 melhores parques do Brasil, conheci o Parque Terra Mágica Florybal e a Aldeia do Papai Noel quando fui para Gramado. Amei os dois! Você pode ler o meu relato de viagem no post que escrevi clicando aqui.

    E você, conhece algum desses parques? Qual gostaria de conhecer? Sentiu falta de algum parque que não está na lista?

     

  • Cuidados com a saúde após o parto: entrevista com Dr. Paulo Nowak, da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo

    Cuidados com a saúde após o parto: entrevista com Dr. Paulo Nowak, da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo

    No post anterior, falei sobre como é fácil as mães se esquecerem da própria saúde por conta da nova rotina na maternidade e contei sobre a descoberta de um nódulo no meu seio. É muita correria e a gente acaba deixando nossa saúde para trás, eu sei! Mas repito: nossos filhos precisam da gente… então cuidem-se!

    Photo via Visual Hunt
    nossos filhos precisam da gente… então cuidem-se! / Photo via Visual Hunt

    Em entrevista com o Dr. Paulo Nowak, membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP), descobri que existem estudos que mostram que quase metade das mulheres não voltam no obstetra após o parto.

    Além da recuperação da mulher após o parto e identificar o melhor método contraconceptivo para o período, o retorno no obstetra também pode ajudar a identificar os sintomas da depressão pós-parto. O Dr. Paulo Nowak indica que a mãe deve voltar ao médico em 10 dias, 40 dias e 6 meses depois do nascimento do bebê.

    Confiram a entrevista:

    Photo via Visualhunt
    “Após a consulta de 10 dias, normalmente a paciente retorna ao médico 40 dias e 6 meses pós-parto. Na consulta de 40 dias o obstetra vai avaliar se a paciente pode retornar a sua rotina” / Photo via Visualhunt

    Depois do nascimento dos filhos é comum as mulheres deixarem a própria saúde de lado e não voltarem ao consultório?
    A rotina exaustiva de cuidados com o bebe no período pós-parto pode fazer a mãe esquecer da sua própria saúde. Existem estudos que mostram que quase metade das mulheres não voltam no obstetra. A primeira consulta deve ser realizada cerca de 10 dias após o parto. Nesse momento o médico vai avaliar a recuperação após o parto, checar se existe algum sangramento acima do normal, se o útero está voltando ao seu tamanho, retirar pontos se necessário, checar como estão as mamas e ajudar na amamentação. Além disso é um momento importante para avaliar como está a saúde mental da mãe, e se ela não está sobrecarregada com os cuidados com o bebê e necessitando de ajuda.

    O médico obstetra também pode ajudar a paciente a identificar a depressão pós-parto?
    A depressão pós-parto costuma acontecer após as 2 primeiras semanas. Antes desse período é muito frequente que a mulher se sinta triste, chore com facilidade e fique mais emotiva. É uma fase conhecida como baby blues, e se não houver melhora desses sintomas após as duas semanas podemos estar frente a um quadro depressivo. O obstetra é o profissional que está acostumado a identificar os sintomas e ajudar no tratamento da depressão pós-parto.

    Quais os exames que a mulher precisa fazer logo após o parto e quando eles devem ser feitos?
    Se a gravidez e o parto transcorreram de forma normal, sem doenças associadas, não serão necessários exames laboratoriais nessa fase. A consulta médica e exame clínico adequado vão identificar se existe a necessidade de alguma pesquisa especifica para complicações que podem acontecer nesse período, como anemia, trombose e infecções.

    Quando a paciente não tem nenhuma queixa emergencial, qual o intervalo ideal para fazer uma consulta de rotina com o ginecologista?
    Após a consulta de 10 dias, normalmente a paciente retorna ao médico 40 dias e 6 meses pós-parto. Na consulta de 40 dias o obstetra vai avaliar se a paciente pode retornar a sua rotina, se ela ainda tem restrições para atividade física, e se ela pode sair do resguardo. Também nesse momento se avalia a melhor opção de anticoncepção, lembrando que durante a amamentação existem restrições a alguns métodos contraceptivos.

    E quais são os exames considerados de rotina para fazer nesses retornos ao médico? Que doenças podemos prevenir ou diagnosticar com antecedência se fizermos esses exames?
    Após 6 meses, a consulta vai ser ginecológica. A paciente volta a fazer seus exames de rotina de acordo com sua faixa etária, como Papanicolau, rotina de sangue e exames de imagem que forem necessários. Se ela tem doenças crônicas também é uma boa hora para avaliar se o tratamento está adequado ou se são necessários novos exames e alterações na medicação.

    Leiam também:

    Confiram os principais exames preventivos para as mulheres de acordo com a faixa etária

    A saúde da mãe sempre para trás e o dia que descobri um nódulo no seio

    Um susto em minha vida: o resultado da mamografia

  • A saúde da mãe sempre para trás e o dia que descobri um nódulo no seio

    A saúde da mãe sempre para trás e o dia que descobri um nódulo no seio

    Tenho certeza que depois que você se tornou mãe, você entendeu o verdadeiro significado de “vida corrida” e “sem tempo para nada”. Os filhos tornam-se a nossa prioridade e ocupam boa parte do nosso tempo, do pensamento e das preocupações (com toda razão, né?). Mas, gente… para os nossos filhos crescerem saudáveis, eles também precisam de uma mãe saudável.  Aquela brincadeira de que “mãe não pode ficar doente” é uma grande verdade.

    Depois das visitas frequentes ao obstetra e da enxurrada de exames durante a gravidez, a mulher tende a esquecer da própria saúde depois que o bebê nasce. É totalmente compreensível, afinal, a adaptação para essa nova vida (a vida de mãe) demora um pouco mesmo. Aí quando você começa a se acostumar com a rotina, a licença maternidade chega ao fim e você tem uma nova preocupação: a volta ao trabalho. Isso sem contar com a mudança no relacionamento com o parceiro (que muda, vai!), o cansaço físico, emocional, escolha da creche, além de toooodas as preocupações rotineiras, que não são poucas. E a sua saúde acaba indo lá para o fim da lista de prioridades :/

    grafite na parede de um médico auscultando um coração
    Para os nossos filhos crescerem saudáveis, eles também precisam de uma mãe saudável.

    Mas não podemos! Cuidem-se! Seus filhos precisam de você!

    Falo por experiência própria. Dei uma sumida na ginecologista depois que a minha caçula, atualmente com 2 anos e meio, nasceu. Após 2 anos, com uma cólica fora do padrão que estava me preocupando, decidi retornar à médica. No final das contas, a cólica não era nada de anormal. Mas ela me pediu alguns exames de rotina e BUM: apareceu um nódulo na mama! Totalmente inesperado! Na verdade eu já estava sentindo um incômodo no seio há um tempo, mas tinha certeza que eram o araminhos do soutien que estavam me machucando. Fazendo o auto exame, eu confundia esse nódulo com os ductos mamários e, assim, dizia para mim mesma que não era nada, que eu estava procurando pelo em ovo. Logo em seguida, me lembrava de alguma coisa urgente que eu precisava fazer e mais uma vez minha saúde ia para o final da lista.

    Felizmente, a princípio esse nódulo é benigno (e espero que continue assim). Ele foi classificado no padrão internacional BI-RADS na categoria 3, que quer dizer “nódulo provavelmente benigno, com chance de 2% de ser maligno”, e que pede um controle de mamografia e ultrassom das mamas semestralmente por um período de tempo. Não preciso nem dizer que tudo isso me deixou apavorada, né? Por mais que existam resultados mais preocupantes, preferia que não tivesse nada.

    Ainda estou em processo de consultas a mastologistas e exames complementares para assegurar que o nódulo seja realmente benigno e para saber se precisarei operar para retirar, mesmo sendo benigno. Foi um susto (e ainda está sendo), mas serviu para mostrar a importância de nos cuidarmos, de não deixarmos de lado a nossa saúde.

    Atualização: leiam a continuação e os detalhes no post “Um susto em minha vida: o resultado da mamografia

    Somos mães e nossos filhos precisam da gente!

    Vão ao médico regularmente, façam seus exames de rotina, cuidem-se!

    Durante esse processo de descoberta do nódulo no meu seio, fiz uma entrevista com o Dr. Paulo Nowak, ginecologista e obstetra, membro da diretoria da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP) sobre os cuidados que a mãe deve ter após o parto. Ele me contou que estudos apontam que quase metade das mulheres não voltam no obstetra! Como eu disse no início do post, super compreensível… mas não dá! Tem que voltar ao médico sim! Clique aqui para ler a entrevista.